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O primeiro-ministro fechou o debate com a mesma frase que marcou o início "custe o que custar vamos sair desta crise".
"Vamos sair desta situação", respondeu Passos Coelho à deputada Luísa Apolónia, acrescentando que Portugal não vai reestruturar a divida porque isso levaria o pais a ficar dependente durante muitos mais anos e atravessar uma recessão mais longa.
A deputada utilizou a frase de Passos Coelho e acusou-o de fazer "custe o que custar" passando por cima dos portugueses - como os estudantes que saem do ensino superior porque já não têm dinheiro. "O senhor primeiro-ministro tem que por o país a crescer e a olhar para a realidade em que vivem os portugueses.
Sobre a privatização da REN, Passos Coelho afirmou que "foi um sucesso", conseguindo o Estado arrecadar "bem acima do previsto. " O primeiro-ministro respondia a Francisco louça, líder do Bloco, que disse hoje no Parlamento que a REN foi vendida a "patacos".
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