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Jerónimo de Sousa criticou o acordo laboral alcançado entre o Governo os patrões e a UGT.
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, disse hoje que as medidas decididas em concertação social "traduzem um aumento da exploração de quem trabalha, impõe trabalho forçado e não pago e beneficiam os grandes grupos económicos".
O acordo de concertação social alcançado durante a última madrugada "constituí um conjunto de medidas que visam o aumento da exploração de quem trabalha, desfavorecendo quem trabalha e os seus direitos", disse o secretário-geral em declarações à agência Lusa, à margem acção de contacto com os utentes dos barcos do Seixal.
"Um acordo, uma negociação, visa sempre um entendimento de duas partes, e aqui o benefício vai apenas para a entidade patronal", reforçou Jerónimo de Sousa.
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