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O impacto da taxa de ocupação do subsolo será muito diferente nas várias regiões do País onde há abastecimento de gás natural.
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Empresas do grupo EDP e Galp irão reflectir taxa de ocupação do subsolo nos clientes.
A maioria dos consumidores verá a sua conta do gás natural agravada já no final deste mês. Isto porque as autarquias já estão, desde 1 de Outubro, a cobrar uma taxa de ocupação do subsolo às distribuidoras de gás natural. Este encargo, que varia entre regiões, será automaticamente repassado pela Lisboagás, Portgas, Lusitaniagas, Setgas, Beiragás e Tagusgás para a factura dos seus clientes finais.
No caso da Portgas - empresa do universo EDP que actua na zona do grande Porto -, apenas 13 dos 29 municípios abrangidos irão aplicar esta taxa. Mas, entre os que aderiram, as receitas que a Portgas terá de lhes entregar oscilam entre 3.273 mil euros, em Esposende, e os 644.007 euros, de Vila Nova de Gaia.
Quando chega ao bolso do consumidor, este encargo traduz-se, no caso de Esposende, em 0,05 euros mensais (para uma família que gaste 250 metros cúbicos de gás por ano) ou 4,5 euros para os clientes com consumos de 25 mil metros cúbicos por ano. No caso de Gaia verifica-se que, para o mesmo tipo de consumidores, o esforço mensal é de 0,52 euros, e de 42,27 euros.
*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
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