Numa primeira fase, a composição accionista integrará o BES, BCP e o Estado.
A nova Qimonda, que sairá da assembleia de credores a realizar no próximo dia 25 deste mês, vai ficar nas mãos do Estado, do BES e do BCP, os principais credores da empresa de Vila do Conde. A AICEP terá uma posição de 12% na nova empresa de semicondutores, ficando essa participação parqueada no Tesouro, avançou ao Diário Económico Basílio Horta, presidente da AICEP, acrescentando que a agência de investimento "não tem vocação" para gerir empresas. O BES e o BCP serão os accionistas maioritários da nova Qimonda, que nascerá com um capital social de 30 milhões de euros.
Segundo Basílio Horta, "a nova empresa vai ter que produzir e responder pela devolução de alguns incentivos que foram dados" pelo Estado à Qimonda Portugal. "As garantias de devolução mantêm-se", frisou.
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Tinha de ser."Nós" e os bancos "nossos amigos"E não se arranja uma presidencia para o Horta ?
Que piada, mais dinheiro dos contribuintes a ser enterrado numa empresa que ja nao tem nada para dar ao país. Eles despediram toda a mão de obra especializada que tinham ficando lá apenas as cunhas e os amigos.
Se um dia voltarem a produzir vai ser só prejuizo.............................
O que vão produzir e, sobretudo, a quem vão vender? Ao que sabemos a Qimonda AG fechou porque no Suduoeste asiático se produz o mesmo a um menor preço.