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A Comissão Europeia aprovou uma nova directiva ambiental, para o sector refinador, que terá um impacto de 40 milhões de euros por ano nas contas da Galp.
Trata-se de uma taxa de carbono que, nas palavras do presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, "representa uma descriminação face às importações extracomunitárias de produtos petrolíferos e que irá induzir a uma desindustrialização da Europa. Faremos tudo para que não seja transposta para o ordenamento jurídico nacional".
Realçando que não se opõe à aplicação desta taxa ambiental, o gestor defende que esta só será legítima se também recair sobre os produtos importados.
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