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Teixeira dos Santos

“Não vejo necessidade de Orçamento Rectificativo”

Pedro Latoeiro e Pedro Duarte  
15/05/09 12:15


O ministro das Finanças descartou hoje a possibilidade do Governo de apresentar um Orçamento Rectificativo depois da revisão em forte baixa das previsões económicas para este ano.

"Não vejo necessidade de Orçamento Rectificativo", disse Teixeira dos Santos durante a conferência de imprensa onde anunciou as novas previsões do Governo.

O Executivo espera agora uma quebra do PIB de 3,4% e uma taxa de desemprego média de 8,8% este ano. Já o défice deve sofrer um agravamento até aos 5,9% do PIB.

O ministro das Finanças adiantou ainda que o Governo não está a equacionar medidas adicionais de combate à crise, já que o investimento decidido no ano passado para combater a crise parece ser "adequado".

"Portugal não tem motivo para se afastar deste esforço coordenado que resulta do esforço da União Europeia para combater a crise. As medidas que estamos a implementar estão a funcionar, estão a produzir os seus efeitos e por isso temos que insistir nelas. Estar a transmitir a ideia de que são precisas mais medidas dá a ideia de que o que se está a fazer não está a funcionar", notou o governante.


Comentários

Filipe, | 15/05/09 12:31
Espero que as eleições legislativas deste ano sejam ganhas, com maioria absoluta, pelo PS ou PSD e que nem PCP/CDU nem BE cheguem ao governo. Caso PCPC/CDU ou BE façam parte de um governo, prevejo o descalabro total do país. A economia só pioraria e voltariam os tempos imediatos pós-25 de Abril, com um travão imenso sobre o desenvolvimento nacional a níveis económicos, financeiros, tecnológicos e educacionais. Seriamos mais como Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte, não obrigado.


Helder Tavares, Lisboa | 15/05/09 13:15
Mas aquilo tem alguma rectificação possível?


António Costa Lima, Setúbal | 15/05/09 19:23
Se tivesses desempregado e sem acesso ao subsídio de desemprego já pensavas de outra forma. A vossa sorte é que trabalham pouco mais de meia dúzia de anos e adquirem direito a uma reforma vitalícia muito generosa.


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