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Director financeiro da Euler Hermes fez novas exigências ao Estado português e aguarda uma resposta do Governo.
Comprar a Cosec arrisca-se a sair mais caro ao Governo do que o inicialmente pensado. A francesa Euler Hermes, proprietária de metade do capital da empresa especializada em seguros de crédito, apresentou um conjunto de condições que considera indispensáveis para fechar o acordo. E passou a bola para o lado de cá: concluir as negociações antes das legislativas "depende mais do comprador, que terá de aceitar os pontos em aberto", disse Nicolas Hein, director financeiro da Euler Hermes ao Diário Económico. "Estamos à espera de uma decisão final", sublinhou o director financeiro da Euler Hermes, sugerindo que não há neste momento mais reuniões agendadas, mas apenas a necessidade do Governo português tomar uma decisão.
A dez dias das eleições, o Governo terá de decidir entre aceitar as condições da Euler Hermes ou terminar o mandato sem cumprir a promessa feita às exportadoras portuguesas de nacionalizar a Cosec - e assim facilitar a concessão de seguros de crédito, fundamentais para as exportações.

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