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As moradias da Vilavilarinha, no Porto, estão rodeadas de espaços ajardinados, incluindo piscina privativa.
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A segunda fase das moradias apresenta linhas contemporâneas e simples. Três das quatro moradias construídas já foram vendidas.
Dotar moradias de elementos naturais, que permitam envolvê-las num ambiente simples e moderno, foi a aposta de Paulo Lobo no projecto de ‘design' de interiores e de exteriores criado para a segunda fase das moradias da Vilavilarinha. As quatro novas habitações T5 que já se encontram construídas - de um conjunto de nove que fazem parte da segunda fase - têm alterações no exterior e interiores, em relação à primeira fase.
No ‘design' de interiores destaca-se o contraste entre a utilização dos espelhos e o betão das paredes. Aliás, o uso dos espelhos tem um grande destaque na estante/biblioteca criada numa segunda sala existente ao nível do segundo piso, mas também numa das paredes da sala principal. O projecto aposta ainda na utilização da domótica, que permite a gestão e o controlo dos equipamentos da casa, com ganhos ao nível do consumo de energia.
As moradias individualizadas, com tipologia T5, apresentam áreas a partir de 350 metros quadrados (m2), acima do solo, estacionamento privado com quatro lugares, piscina privativa e elevador. Os preços das moradias rondam 2.500 euros por m2. O empreendimento de moradias localizado junto à Rua da Vilarinha, perto da Circunvalação, no Porto, é promovido pela Lagoazende, uma empresa formada por dois jovens engenheiros, Paulo Martins e Filipe Bento. Os empresários começaram pelas áreas de projecto e fiscalização e só depois se aventuraram na construção residencial.
Aposta forte no ‘design'
A primeira fase do empreendimento Vilavilarinha é constituída por 19 moradias, já concluídas, restando apenas duas para vender. Os promotores apostaram no ‘design' de Graça Viterbo para fazer o projecto de decoração de interiores das habitações.
A aposta na primeira fase passou por um projecto para "uma casa com estilo próprio, marcado pela nobreza dos materiais e pelo conforto, onde a comodidade e o prazer se complementavam", refere o promotor. O empreendimento residencial prevê um total de 35 moradias, de duas ou três frentes, todas de tipologia T5 e direccionadas para um segmento de clientes médio-alto, sendo o projecto de arquitectura de Pedro Torres Guimarães. A proximidade de equipamentos como o colégio CLIP, o novo Hospital da CUF e o Parque da Cidade são mais -valias que contribuem para a comercialização do empreendimento.
A Lagoazende tem ainda em fase de projecto a construção de um edifício dedicado a comércio e serviços, e ainda quatro apartamentos de três assoalhadas.
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