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Alberto Martins

Ministro da Justiça faz declaração às 17h

Susana Represas  
09/02/10 13:20

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1 leitores

O Ministério da Justiça convocou uma conferência de imprensa para as 17 horas de hoje. O assunto é “o Estado da Justiça”.

Não sendo explícito o teor da comunicação que será feita por Alberto Martins, o governante não deverá passar ao lado das críticas feitas por vários quadrantes ao Procurador-Geral da República e também ao presidente do Supremo Tribunal da Justiça por causa do processo 'Face Oculta'.

Hoje mesmo a Associação Sindical dos juízes (ASJP) pediu a Pinto Monteiro e a Noronha Nascimento que esclareçam os factos que os levaram a desvalorizar alguns indícios recolhidos no inquérito do caso Face Oculta, publicados na última edição do semanário "Sol".

"O silêncio, ou os escassos esclarecimentos, a que se remeteram de novo as autoridades judiciárias que fizeram a avaliação final dos indícios não contribuiu, em nada, para a credibilidade da Justiça", criticam os juízes.

 





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Comentários (10)

José Imaginário, | 09/02/10 16:03
Porque é que eles tinham de falar? Então ninguem sabe que o Socrates lhes pôs uma mordaça?


pinto ângelo, coimbra | 09/02/10 15:53
Os Senhores Magistardos deviam se preocupar mais em trabalhar e bem nos tribunais onde estão colocados, em vez de se preocuparem com aquilo que vem em certos meios de informação, por vezes mais vale o silêncio que o muito barulho.E deixarem de falar com jornalistas pois não estão a habituados a viver com a pressão de jornalistas pouco escrupulosos.


pos 25 de abril, setubal | 09/02/10 15:48
Para dizer que em Portugal não se acredita na justiça que se tem????? faria melhor figura se se calasse e se lembrasse do papel que teve em Coimbra, e se fosse nesta data estaria crucificado. A justiça em Portugal não passa de mais uma instituição de FAÎT DIVERS. AYAIENT HONTE MESSIEURS.


JMBG, Porto Santo | 09/02/10 15:45
Espero que também esclareça o que se passou com o Lopes da Mota (suspenso por ter pressionado os juízes no sentido do arquivamento no caso Freeport...Mais um caso a envolver o 1º Ministro...) . Se pressionou como ficou provado foi certamente a pedido de alguém ...Pobre justiça e pobre democracia !


Um Ministro ??!!!, | 09/02/10 15:26
Um Ministro deste Governo já não tem credibilidade nem para mandar cantar um cego


vamolaver, Paris | 09/02/10 15:07
Um dos maiores problemas da justiça é a sua lentidão, que acarretam prejuizos não sò para os utentes,como também para o Estado. Como é o caso das execuções de despejo das casas. Alguns inquilinos não pagam renda,e mantêm-se durante anos até saìrem. Nem o proprétàrio recebe, e nem o Estado recebe o IRS correspondente. Entre outros exemplos.


Nuno, | 09/02/10 14:59
"O estado da justiça"

Mas qual justiça???...


Pinto, Caldas Rainha | 09/02/10 14:39
Penso que os sindicatos dos juizes e magistrados so MP deveriam ajudar a acalmar a situação e na minha opinião só estão a lançar fogo para a fogueira.


Fernando Pais, Viseu | 09/02/10 13:55
A sociedade portuguesa habituou-se a valorizar em excesso o poder executivo, ou melhor,a respeitá-lo de forma quase subserviente. Ainda hoje é frequente ouvir falar de "autoridades",a propósito de presidentes de executivo de câmara ou do governo central. É anedótico. Os titulares usufruem desta mentalidade retrógrada, usando e abusando dos cargos e das benesses, comportando-se como uma espécie de casta superior. Mas em rigor, são pessoas ao serviço da comunidade que lhes paga, devendo por isso respeitar princípiso éticos e legais. Grande parte delas nunca leu uma linha sobre democracia, constituição democrática, soberania do povo que os elege e lhes paga a . O que se tem passado com o actual governo é uma vergonha, com escândalo atrás de escândalo e toda a entourage a reverenciar de forma subserviente o "chefe". Fazem o mal e a caramunha. Isto é medieval, é o retrato de uma mentalidade fascista, corporativista, neofascista. É o socialismo castrado, uma orquestra de eunucos.


fafa , lisboa | 09/02/10 13:51
Tal e o estado deste pais e da nossa justiça e depois quando ha qualquer coisa
nega-se tudo e pronto não pode ser


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