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"Esta proposta, à partida, é negativa, mas esperamos poder encontrar soluções", referiu João Dias da Silva, dirigente da FNE.
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O secretário-geral da Federação Nacional dos Sindicatos de Educação (FNE) afirmou hoje ter recebido do Ministério da Educação a garantia de que os professores terão uma carreira única, uma das principais reivindicações da classe.
"Todo o documento assenta no princípio de uma carreira única", acabando a divisão entre professor e professor titular, disse João Dias da Silva aos jornalistas no final de uma reunião no Ministério da Educação.
Este foi um dos pontos apresentado como positivo pelo dirigente da FNE, segundo o qual a proposta que o ministério hoje entregou à federação manifesta abertura para o diálogo: "Não é um documento fechado, vamos reunir e elaborar uma contra-proposta".
João Dias da Silva sublinhou, porém, que se mantêm dois aspectos negativos, nomeadamente a manutenção da prova de ingresso na carreira docente e uma proposta que limita o acesso ao quinto, sexto e sétimo escalões, embora o Ministério da Educação não tenha ainda definido percentagens.
"Esta proposta, à partida, é negativa, mas esperamos poder encontrar soluções", referiu o dirigente da FNE, acrescentando que o ministério o informou de que nenhuma proposta é definitiva.
A FNE vai reunir a estrutura directiva ainda esta semana por forma a apresentar a sua contra-proposta segunda-feira.
Segundo João Dias da Silva, as questões mais concretas da avaliação dos professores serão tratadas depois de concluída esta fase relacionada com a estrutura da carreira.
Sindicatos e Ministério da Educação retomaram hoje o processo negocial para a revisão da carreira docente encetado na anterior legislatura, sem que tenha sido possível chegar a acordo, e após a aprovação parlamentar de uma recomendação ao Governo.
A Assembleia da República aprovou na semana passada o projecto de resolução do PSD a recomendar ao Governo o fim da divisão da carreira docente e a criação de um novo modelo de avaliação no prazo de 30 dias.
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Comentários (29)
e que tal a nova ministra dar 5000€ a cada prof. incluindo claro esta na reforma....um premio extra para ferias de 10.000€ e no maximo trabalhar 3 horas por dia, sera que os sindicatos estao de acordo?
Enfim, ele falou, mas os contribuintes perderam. Enfim, virou um jogo de perde-perde. ... Altos salários pagos com o dinheiro do contribuinte! ...
quando ha uniao o governo baixa a la, aos outros que nao sabem ler nem se mobilizam saltam-lhes em cima , pais dos justos nao haja duvida, certas corporacoes que ganham a nivel de outros paises ou ate a nivel superiror , conseguem ter o que querem os outros desgracados que vergam a mola noduro teem direito ao ordenado minimo e reforma ainda inferior
A notícia não me surpreende. Dizer agora passa a haver uma carreira única, é muito fácil. Deviam era dizer já como vai ser o próximo ciclo de avaliação e a progressão.
A entrega de objectivos individuais é para continuar?
As Escolas já determinaram a data para a entrega dos objectivos indiduais.
Será que vamos ficar afogados de papéis, papéis e mais papéis?
EU ja sou VCC (velho como o c....) por isso nem estou nem nunca estive preocupado em ser PT (professor titular!!!), pois tanto trabalho e nenhuma recompensa nestes últimos dois anos.
Viva a democracia com verdade e com realidade!
Não se podia esperar outra atitude da parte do governo. Esta decisão só indicia que a razão esteve sempre do lado dos professores. Tudo o que se fez até agora foi apenas causar o desalento daqueles que sempre se empenharam em garantir a qualidade do ensino em portugal.
Em regra, todo o discurso oral ou escrito sobre questões relacionadas com professores, baseia-se no curioso princípio de que os referidos professores são uma classe ou grupo profissional distinto e superior a todos os outros. Porquê, nunca ninguém explicou. E aqui temos o dirigente da FNE a manifestar uma vez mais o seu desagrado pelo facto de não ter sido ainda eliminada a prova de ingresso na carreira docente. É de bradar aos céus!
Tal como em qualquer Organização, nomeadamente as Empresas, nem todos os trabalhadores podem chegar ao topo, quer remuneratório quer funcional. Depois de todas as cedências neste âmbito (e noutros) só falta o ME deixar cair as limitações aos escalões superiores. Mas isto tb tem a ver com uma avaliação de desempenho que seja rigorosa e eficaz e a eficácia passa por distinguir os bons dos maus professores, que os há. É incrível os Sindicatos defenderem o máximo para todos e isto, quer queiramos quer não, vai sair, como até aqui, dos nossos bolsos, de TODOS os Contibuintes, mesmo dos bolsos dos Professores competentes.
Finalmente, algo de positivo depois de anos de congelamento. O espírito economicista mantem-se.
Cada vez percebo menos! Agora apresentam limitações aos acessos ao 5º,6ºe 7º escalões, lembram-se de cada absurdo. É caso para perguntar a DRª ISABEL ALÇADAL que lititações lhe foram impostas para chegar a Ministra? Se se preocupassem em resolver o problema da INDISCIPLINA nas escolas, haveria condições para o ensino tomar o rumo certo . E essa prova de ingresso à carreira, não seria mais benéfico encerrarem os cursos via ensino? Pergunto médicos, fermacêuticos, arquitéctos , deputados,etc não estão sujeitos a essa prova de ingresso? porquê só os professores? E as novas oportunidades para que servem, para enganar os alunos com tantos facilitismos sem preparação adequada para o futuro, estes coitados só daqui a uns anos é que vão perceber como foram enganados e usados . Sigam o ex de outros países e deixem-se de de tentarem afirmar pelo pior dos motivos.
Pronto! Agora um professorzeco com 3 meses de serviço e a tremer de medo em frente aos muidos é igual a um outro com 30 anos de abnegação á profissão e com respeito provado (sendo estes últimos casos raros ressalvo)
Anarquia éo melhor para alguns
que se entendam
Pois, vamos continuar a ter iluminados e privilegiados. Chegam ao topo sem problemas...Penso que, por coerência, os restantes funcionários também vão passar a ter tratamento idêntico! Todos chefes e na poliocia e GNR todos generais...Boa.
Quando é são repostos no seu devido lugar os que forma levados ao colo para me passar à frente?
Acabar com a divisão da carreira é um engodo, e, os professores mais tarde vão-se aperceber disso, pois mantêem-se, a prova de ingresso na carreira docente, e uma proposta que limita o acesso ao quinto, sexto e sétimo escalões, embora o Ministério da Educação não tenha ainda definido percentagens.
Sinceramnente a difernça é nula e o futuro nos dirá....
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