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Este ano reformaram-se mais de 21.200 funcionários públicos, uma quebra de 3,3% face ao ano passado.
O número de funcionários públicos que se aposentaram este ano caiu 3,3% face a 2008, com a Educação - o ministério mais pesado do Estado - a registar uma quebra de mais de 6% no volume anual de reformados. Ao contrário, na Saúde, este ano houve corrida às reformas.
Segundo as listas mensais de aposentados da Caixa Geral de Aposentações (CGA) publicadas no Diário da República e analisadas pelo Diário Económico, reformaram-se este ano 21.228 funcionários públicos. Comparando com os dados compilados pela Lusa referentes a 2008, significa que em 2009 houve menos 733 reformados que no ano passado.

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Com o regime de terror e asfixia que se vive hoje na função pública, com sistemas de avaliação totalmenete dependente da discricionaridade das chefias (a maior parte das quais colocadas por favorecimento). Com os normais funcionários sem expectativas de carreira nem de melhoria da qualidade da sua vida. Com o assistir revoltados e impotentes ao aumento brutal das desigualdades sociais, a coberto do estado, com os chefes, que ganham 5 vezes mais que o normal funcionário, a subirem de ordenado de 3 em anos enquanto os funcionários ,que ganham o ordenado mínimo, sobem uma miséria de 10 em 10anos. É normal que não haja qualquer motivação e que só não saem porque mais porque não podem. Estivesse o ambiente económico em alta e seria uma verdadeira sangria dos trabalhadores da função pública.