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O carismático fundador e chairman do Banif continua em estado crítico, depois de ter sofrido um acidente vascular-cerebral.
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Mas eventuais operações de fusões e aquisições aguardam o regresso de Horácio Roque.
O estado de saúde crítico de Horácio Roque, maior accionista e presidente do Banif, não vai atrasar a estratégia do banco, revelou ao Diário Económico o presidente executivo do Banif, Joaquim Marques dos Santos. "Sentimos todos a falta da sua presença, que é para todos um incentivo, mas a sua ausência ainda nos obriga a uma maior determinação em prosseguir com o seu projecto", revelou Marques do Santos, sobre a ausência de Horácio Roque, internado desde o dia 4 de Março, devido a um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
O presidente executivo do banco aproveitou para manifestar o desejo de que o regresso de Horácio Roque esteja para breve, e lembrou que todos os planos de actividade estão aprovados e serão cumpridos tal como seriam se ‘Chairman' do banco não estivesse ausente.
Os órgãos sociais do banco, da holding Banif SGPS e da Rentipar têm competências para tomar todas as decisões importantes do grupo na ausência de Horácio Roque, garantiu o CEO do banco. No entanto operações de grande monta que envolvam alterações patrimoniais (venda da participação de cerca de 10% do Finibanco, por exemplo) poderão ficar à espera do regresso de Horácio Roque, uma vez que é o maior accionista, com mais de 50% do grupo.
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