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Mira Amaral é um dos subscritores contra a política energética de Sócrates.
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A Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) vê no Manifesto por Uma Nova Política Energética em Portugal um "desconhecimento de aspectos essenciais da problemática energética do nosso tempo".
Numa resposta ao Manifesto hoje apresentado, a APREN afirma que "Portugal não fez mais que assumir as suas obrigações no quadro da política energética da União Europeia", que tem como metas 20% de eficiência no uso de energia, 20% da energia ser produzida através de fontes renováveis e diminuir em 20% as emissões de gases de efeitos de estufa".
Além disso, a APREN defende que o plano do Governo é a longo prazo, projectado "até 2020 e para além disso", considerando que "este Manifesto ignora obsessivamente os aspectos positivos sem oferecer alternativa - que não existe de facto - com reflexos imediatos ou sequer no curto prazo".
A APREN vai mais longe no comunicado e sublinha que o Manifesto "não assenta em princípios de análise técnica e económica rigorosa".
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