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“Foi com total surpresa que se tomou conhecimento da invocada necessidade de mais inquirições”, reagiu Pinto Monteiro ao despacho do caso Freeport.
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Pinto Monteiro nomeia um inspector para investigar comportamento dos procuradores. Inquérito pode ser reaberto.
A cerca de dois anos de terminar o mandato, Pinto Monteiro volta a estar no centro de uma polémica que revela um Ministério Público em constante confronto. Em causa está o despacho final do processo Freeport, onde os procuradores do inquérito se queixam de falta de tempo para interrogar o primeiro-ministro, ministro do Ambiente na altura em que o Freeport foi licenciado. Pinto Monteiro não gostou da revelação e mandou investigar.
O PGR abriu inquérito para esclarecer "todas as questões de índole processual ou deontológica que o processo possa suscitar". O que poderá terminar com penas disciplinas para os investigadores. A Procuradoria vai "nomear um Inspector do Ministério Público para proceder ao inquérito", garantiu ontem o gabinete de Pinto Monteiro ao Diário Económico. Magalhães e Silva não tem dúvida de que este caso pode acabar por se virar contra os magistrados do caso. "É muito difícil que esta atitude dos procuradores não tenha de ter consequências disciplinares", admite o advogado do inspector do Ministério Público Lopes da Mota (também ele alvo de um inquérito e de uma pena de suspensão). Magalhães e Silva explica porquê: "Face à deslealdade que representa para a hierarquia terem os procuradores arquivado o processo sem perguntarem a essa mesma hierarquia se, perante as perguntas que queriam colocar ao primeiro-ministro, se mantinha a data de 25 de Julho para o fim do inquérito", determinada pelo vice-PGR.
O bastonário da Ordem dos advogados também faz duras criticas a Vítor Magalhães e Paes Faria, magistrados que conduziram o inquérito, e diz que este episódio revela uma "indignidade inominável". Para Marinho Pinto, "o facto de os procuradores trazerem a público as perguntas que queriam fazer a Sócrates demonstra desrespeito pelo PGR". Segundo Marinho, perante esta "crise", o PGR "merece a solidariedade do Estado e ver os seus poderes reforçados". E acrescenta que, "bem ou mal, é preciso despolitizar e despartidarizar" esta magistratura.
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Comentários (77)
Socratres nunca foi arguido nem testemunha no processo, como é que os procuradores o não o ouviram?, simplesmente o chamavam ao processo como testemunha !, não o fizeram, porque quizeram fazer politica, queimando em lume brando o 1º ministro, estes procuradores são afectos ao partido comunista, bém como o João Palma, presidente do sindicato. Juntaram-se à direita má perdedora de eleições, então vale tudo, desde destruir a honra e o caracter na praça publica, até às casas na Guarda, face oculta, jornal tvi, compra pt/tvi, etc, o povo não é burro e vê que a carga é montada por ciganos amadores
Será possível que não haja um processo que se consiga chegar ao fim? Que os culpados, apesar de serem "grandes" pagem pelos erros cometidos? Realmente o nosso Portugal... Quem tem o poder para julgar deixa muito a desejar. Que vergonha de país!! Onde está o sentido de justiça? Onde está a competência? A honestidade? Os valores morais e espirituais? A responsabilidade?
Que vergonha!!! Como é que querem que os portugueses confiem na nossa justiça? Pensem sériamente nisto.
Senhor Procurador-Geral, faça um favor à Justiça e aos Portugueses.
Demita-se !
Os Juíses e Magistrados em Portugal são a escória do regime que foi derrubado com o 25 de Abril.
Não nos podemos esquecer que todo o sistema judicial em Portugal não sofre um único arranhão desde que o Marquês de Pombal acabou com a Inquisição.
Ninguém tem coragem para pôr esses senhores na linha. Sócrates tentou e vejam o que lhe tem vindo a acontecer.
Falo com conhecimento de causa. Já fui condenado por uma Juíza que nunca me quiz ouvir e me julgou sem me dar oportunidade de defesa. O mesmo aconteceu a Sócrates, condenado na praça pública já que nenhum juíz tinha interesse em ouvir a sua defesa.
Assim vamos de Justiça.
Está atento Zé-Ninguém.
Senhor Procurador-Geral da República, faça um favor à Justiça e aos Portugueses.
Demita-se !
E por aqui me fico nos comentários, por uma questão de respeito não ao senhor, em pessoa, mas ao cargo de está investido !
Como é possível fazer investigação se os agentes da justiça estão feitos uns com os outros.Os agentes da justiça estão nas mãos dos políticos e vice versa.Isto não é um país é mais um parque que pretende ser ecológico.A lei que virá a vigorar só pode ser a lei da bala estando eu em desvantagem porque não tenho muita pontaria.Nunca tive.
O nivel dos procuradores do processo Freeport, ficou demonstrado, quando foram almoçar com um colega, e falaram de assuntos de serviço e este lhes sugeriu que resolvessem rapidamente o caso. Vieram depois dizer que o colega os tinha pressionado... Estão a ver o nivel? vão para os restaurantes falar dos processos... e depois a opinião dum colega é uma pressão... mesmo que fosse, puseram-se a geito e se não são capazes de enfrentar pressões, mudem de profissão.
As perguntas que ficaram por fazer, também dão vontade de rir... e revelam a competência... a terem alguma utilidade, era para crimes que a terem ocorrido, já prescreveram... eram deste tipo: recebeu alguma carta do fulano a tratá-lo por; Caro amigo? Como se qualquer um de nós não pudesse escrever ao Sócrates ou ao Cavaco tratando-o por Caro amigo (pode ser excessivo, mas não é ofensa e eles não têm culpa da ousadia)
Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de POlITICA, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prémio pretendia.
Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava VERDADE.
Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assim negada a sua POLÍTICA,
Como se a não tivera merecida,
Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: — Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!
Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de POLÍTICA, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela
E a ela só por prémio pretendia.
Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.(VERDADE)
Vendo os tristes pastores que com enganos
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,
Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: — Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!
o ministerio da justiça devia ser liderado pelo presidente da republica e o pgr devia ser nomeado pelo mesmo
Os politicos têm "amigos" na justiça, a marinha tem "amigos" na justiça, o exercito tem "amigos" na justiça, a força aerea tem "amigos" na justiça, os presidentes de camaras têm "amigos" na justiça, os administradores de cargos publicos têm "amigos" na justiça, as grandes empresas publicoprivadas têm "amigos na justiça, as grandes construtoras têm "amigos" na justiça, a justiça tem "amigos" os investigadores têm "amigos" na justiça, a policia tem "amigos" na justiça, a gnr tem "amigos" na justiça, enfim....função publica é tudo amigos
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