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Louçã: ministra da Educação perdeu hoje o lugar no Governo

Pedro Latoeiro   com foto de João Relvas, da Lusa
27/09/09 22:48


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Francisco Louçã considera que o resultado do Bloco nas legislativas é "extraordinário" e significa o fim "do absolutismo da maioria socialista".

No comentário aos resultados eleitorais, Louçã destacou que o PS cantou vitória apesar de ter perdido deputados e considerou que os números das legislativas colocam de parte Maria Lurdes Rodrigues, actual ministra da Educação, no próximo Governo.

"Hoje à noite Maria de Lurdes Rodrigues perdeu o seu lugar no Governo", afirmou.

"Não há nenhum partido que tenha subido tanto em termos percentuais como o Bloco de Esquerda. Os nossos principais objectivos foram todos conseguidos", começou por sublinhar Francisco Louçã.

Para o líder do Bloco, com os resultados eleitorais desta noite "não voltará a ser possível ao PS impor um sistema de segurança social que degrada as pensões dos portugueses".

Louçã enumerou depois as prioridades do Bloco na próxima legislatura: reconstituir o sistema de protecção social que responde aos desempregados, educação, e criar um imposto sobre as grandes fortunas para financiar a Segurança Social.

O Bloco pode eleger um máximo de 22 deputados, face aos actuais 8, mas não deve assumir o estatuto de terceira força política no Parlamento, que será assegurado pelo CDS/PP.

 

 


Comentários

beirão, Lisboa | 28/09/09 00:23
Louçã perdeu também um lugar no governo ao não conseguir deputados suficientes para ter peso e aliança...
Ministro de nacionalizações da Moita e do Barreiro, sem ofensa para a Moita e o Barreiro .
No Alentejo já podem criar o porco preto com bolota à vontade... Ele não vai nacionalizar nem o porco nem a bolota!


JB, | 28/09/09 07:03
Este senhor mostrou esta noite, quem realmente é arrogante. Aliás, eu diria mesmo que os portugueses, nestas eleições, ficaram a conhecer bem melhor este homem. No discurso que fez mostrou-se encrispado, sempre com duas pedras na mão prontinhas para atirar ao PS! Só que o PS não precisa nada dele. O PS tem outros partidos para fazer acordos. Vejamos o exemplo alemão.


Kolla, Seixal | 28/09/09 08:53
Aí está o kamarada Louçã na pregação. Este Enverhoxhista, grande admirador de Enver Hoxha o ditador da Albânia comunista, que já foi comunista, maoista, trotskista, agora tem como aspiração suprema nacionalizar o Amorim, não passa de um dogmático irresponsável. Esta gente pelos visto medra na desgraça e na ignorância.


Fagundes, Almada | 28/09/09 09:01
Louçã, com estas declarações esteve ao seu melhor e mostrou que de facto não serve e foi o maior engano destas eleições.... Quis capitalizar o descontentamento dos professores, sem ter direito a isso. Esquerda moderna ? leim-lhe o programa....
Só espero que se evapore.


AdS, | 28/09/09 09:27
A ministra da Educação fez tudo quanto pode pelo país enquanto Louçã vai continuar a não deixar o país ser governado e a não ter a coragem de tentar por em prática as intrugices com que imobilizou meio milhão de votos.


Mike, | 28/09/09 09:54
Fiquei feliz pelo BE não ter conseguido o suficiente para formar maioria com o PS.
Assim vão continuar com o discurso Marxista para meia duzia de gatos pingados.
Felizmente vão poder negociar com as forças de direita, pois negociar com o PCP e BE é impossivel, são demasiado extremistas para o meu gosto.


JC, | 28/09/09 10:07
Convenhamos que Louca perdeu uma boa oportunidade para estar calado, pois deixou de ter possibilidades de fazer seja o que for a não ser barafustar em que e exímio. Assim passou de grande vencedor (nas sondagens) para derrotado (acto eleitoral).


JB, | 28/09/09 11:10
De facto o BE deve grande parte dos votos que teve a mais, aos professores e alguns funcionáris do estado, que só sabem olhar para o seu umbigo! É uma pena que eles não leiam mais um pouco, que se informem sobre o que se passa noutros países europeus, que verifiquem, que comparem. Na maioria desses países estas reformas já têm décadas! Vejam a idade da reforma, a avaliação,,,, na França, Inglaterra, Irlanda, e por aí fora!


António Faria, Almada | 28/09/09 11:13
O povo não é nada parvo, só é pena o preço a pagar. Com estes resultados passa-se o testemunho às novas gerações.


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