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Rede informal da Escola de Gestão do Porto chega a 40 países.
A colaboração entre a rede de embaixadas portuguesas espalhadas pelo mundo e a Agência para o Investimento e o Comércio Externo de Portugal (AICEP) constitui uma poderosa alavanca, por um lado, ao aumento das exportações e, por outro, à internacionalização da economia e das empresas portuguesas. O ex-embaixador João Salgueiro, convidado a intervir no ciclo ‘Diálogos da Internacionalização', não tem quaisquer dúvidas sobre a justeza da decisão e sobre as potencialidades que ela encerra.
Aliás, recordou, a agora chamada "diplomacia económica" está inscrita naquilo que é o código genético da função de embaixador: "informação, representação, negociação, promoção e protecção", sendo precisamente o indicador ‘promoção' a chamar a si a capacidade de promover a economia no exterior do território nacional.
"O interesse pelos negócios esteve sempre presente" ao longo da sua passagem pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros como embaixador de carreira, recordou João Salgueiro, para quem essa função tem uma importância crescente num mundo em que a concorrência é um dado adquirido: "o ênfase dado agora [à diplomacia económica] é muito positivo". Nesse âmbito, não quis deixar de referir, "acesso e contactos" são as duas ferramentas essenciais para um embaixador cumprir cabalmente esse novo desígnio diplomático.
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