Empresas

14 Out 2010

Lei cambial angolana é a chave para transferir verbas

Nuno Miguel Silva
Lei cambial angolana é a chave para transferir verbas

Jorge Coelho diz que a Mota trata dos “problemas” de Angola no país. Pedro Gonçalves diz que a Soares da Costa não está “envolvida” no acordo das dívidas.

A lei cambial angolana é a chave para as empresas portuguesas, em particular as construtoras, transferirem para Portugal as verbas referentes às dívidas que o Estado angolano contraiu desde 2008.

"O relacionamento entre a Mota-Engil Angola, o sistema financeiro de Angola e a Mota-Engil Engenharia e Construção tem sabido encontrar soluções apropriadas ao normal funcionamento do sistema cambial angolano", garantiu ao Diário Económico, Jorge Coelho, presidente-executivo do grupo.

Questionado, este responsável não quis adiantar qual o valor da dívida de Angola à Mota, quanto é que já foi pago e quanto é que ainda falta pagar, assim como quanto é que falta transferir para Portugal. "A Mota-Engil assinou um acordo com o Estado angolano em Julho último onde foi definido o modelo e os montantes de pagamento dos valores em atraso. O Estado angolano tem vindo a cumprir genericamente o acordado não havendo qualquer retenção, nem qualquer alteração da legislação do país, nomeadamente a lei cambial", adiantou Jorge Coelho. Este responsável acrescenta ainda que, até ao momento, "foi pago o que foi acordado com o governo angolano", sem precisar valores.

*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico

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