Mais Lidas
Comunidade
- CGTP diz que 'troika' não está em Portugal para ajudar o país 20:42
- Regulador dos EUA aprova compra da EDP pelos chineses 20:39
- Governo vai criar 1.150 gestores de carreira para acompanhar desempregados 20:36
- Portugal acima da média da OCDE no acesso ao Superior 19:40
- Seguro acusa Passos de ser seguidista face ao Governo alemão 19:24
Dívida nacional continua sob forte pressão vendedora dos investidores.
As obrigações do Tesouro de Portugal (OT) sobem na generalidade dos prazos no mercado ‘over the counter' (OTC), onde são negociadas a maioria dos títulos de dívida). Pelo terceiro dia consecutivo, a ‘yield' das OT a dez anos bate um máximo desde a fundação do euro nos 13,856%, agravando o diferencial face à taxa das obrigações alemãs a dez anos (‘bunds') para os 1.1169 pontos base.
O agravamento dos indicadores de risco da dívida portuguesa poderá estar relacionado "com as vendas de instituições financeiras que querem terminar o ano com uma menor exposição à crise de dívida europeia. O mercado nacional, pela sua dimensão e fraca liquidez, é mais vulnerável a estes movimentos", explicam os analistas do BPI no seu Dário de Bolsa.
Também as 'yields' de Espanha, Itália e Bélgica registam subidas em todas as frentes, depois de os ministros de Finanças da zona euro (Eurogrupo) terem deixado ontem cair a meta de um bilião de euros para o reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) - a bóia de salvação dos países resgatados - que tinha sido prometida pelos líderes e renovaram apelos para reforçar o capital do FMI para que este possa ajudar a reforçar o FEEF.
Isto numa altura em que cada vez mais vozes se levantam a antecipar o fim do euro nas próximas semanas, se não forem tomadas medidas drásticas até à cimeira de líderes europeus de 9 de Dezembro.
Notícias da mesma categoria
Comentários
Publicidade
Acções do PSI 20





