Mais Lidas
Alberto Amaral, Presidente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior.
Comunidade
As próprias escolas já estão a racionalizar a sua oferta, garante Alberto Amaral.
Um ano depois da sua criação, a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) começou agora a funcionar em pleno. Em entrevista ao Diário Económico, o presidente deste organismo, Alberto Amaral, afirma acreditar na redução significativa dos perto de cinco mil cursos registados em Portugal e adianta que a racionalização da oferta já está a ser feita pelas próprias instituições.
Quais são os seus planos para a agência neste início de funcionamento?
Começámos em Janeiro de 2009. Os primeiros seis meses foi arranjar instalações, contratar pessoal, preparar a plataforma electrónica. A partir de Julho tivemos de assumir as propostas de novos cursos para acreditação prévia, que anteriormente estavam na Direcção Geral do Ensino Superior. Foram entregues 330 novos pedidos, que são uma redução significativa face aos anos anteriores. Cerca de um terço em relação à média de 1.000/1.500 dos anos anteriores.
Como explica essa diminuição?
Era de esperar, porque o processo de Bolonha está praticamente concluído e estabilizado a nível de primeiros ciclos. Só há 44 propostas. E há 57 doutoramentos. O restante são 200 e tal mestrados, que ainda é o resto de Bolonha.
Notícias da mesma categoria
Disclaimer: "O Económico apela aos leitores para que utilizem este espaço para um debate sério e construtivo, dispensando-se, para o bem de todos, o insulto e a injúria gratuitos. Desaconselha-se o uso exclusivo de maiúsculas e a repetição de comentários. Comentários inadequados devem ser denunciados e quando tiverem mais de cinco denúncias serão eliminados. O IP do leitor não será revelado mas ficará registado na base de dados".
Publicidade
Acções do PSI 20





