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A taxa de desemprego espanhola continua a ser a maior da Europa, tendo atingido os 17,4% em Março.
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A taxa de desemprego na zona euro atingiu os 8,9% em Março, o valor mais elevado desde 2005, anunciou hoje o Eurostat. Na UE a 27 há agora mais de 20 milhões de desempregados.
Segundo as estimativas do Gabinete Europeu de Estatística (Eurostat), em Março um total de 20,15 milhões de pessoas estavam desempregadas na União Europeia, enquanto que só na zona euro existiam 14,15 milhões de homens e mulheres sem emprego.
A mesma fonte precisa que, em relação ao mês anterior, o número de desempregados disparou em 626 mil na União Europeia, dos quais 419 mil na zona euro.
Deste modo, a taxa de desemprego na União Europeia a 27 subiu para os 8,3% em Março, enquanto aumentou para 8,9% na zona euro, acima do esperado pelos analistas.
No espaço de um ano, o número de desempregados aumentou em quatro milhões na União Europeia e em 2,8 milhões na zona euro, precisa o Eurostat.
A maior taxas de desemprego continua a pertencer à Espanha (17,4%), seguida pela Letónia (16,1%) e Lituânia (15,5%). A taxa mais baixa pertenceu à Holanda, com apenas 2,8%. Portugal apresentou no terceiro mês do ano uma taxa de desemprego de 8,5%, ligeiramente superior à média da União Europeia, mas inferior à média da zona euro.
O Gabinete Europeu de Estatística (Eurostat) revelou ainda que a inflação na zona euro se manteve nos 0,6% em Abril, o valor mais baixo desde que os dados são elaborados.
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