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Projecto representa investimento potencial de 163 milhões de euros.
O interesse da Mota-Engil pelo sector energético estende-se ainda à América Latina, com destaque para o Brasil, Colômbia e Peru. Este último mercado é o que, no imediato, se posiciona como o mais promissor.
"O projecto mais avançado é o do Peru, onde existe um grande potencial hídrico", assegurou o presidente da Mota-Engil Energia, Pedro Montalvão, ao Diário Económico.
O grupo português está a estudar, em parceria com sócios locais e europeus, dois projectos de centrais mini-hídricas que se encontram em fases avançadas para atribuição de licenças, refere o gestor que é também administrador da Mota-Engil - Ambiente e Serviços.
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