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A Symington quer aumentar exposição ao mercado interno e conquistar novos mercados.
É essencialmente nos mercados externos que o grupo Symington gera o seu volume de negócios e cria valor: 94% da produção é vendida no estrangeiro - Reino Unido, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Estados Unidos, Canadá e França. São os mercados tradicionais e endinheirados, mas não poderia ser de outra forma: o grupo é líder na venda de vinho do Porto de categorias especiais - que não prima propriamente por ser barato.
Para gerir esta exposição ao estrangeiro, a Symington conta com um precioso auxiliar: detém duas empresas de distribuição, uma nos Estados Unidos e outra no Reino Unido - a que se junta ainda uma terceira para o mercado interno - o que permite ao grupo familiar o controlo absoluto das rotas por onde seguem as caixas de garrafas que saem do Douro.
Mas os novos mercados podem, a médio prazo, vir a ser importantes para o ‘portfolio' do grupo: a China é um alvo que importa não perder de vista. Mas, sobre a matéria, o ‘chairman' da Symington tem os dados definidos: "Nos próximos dez anos, os mercados emergentes - China, Rússia, Brasil e Índia - não vão substituir os mercados tradicionais". O problema é que, nos dez anos seguintes, é bem possível que o mercado mundial venha a sofrer grandes alterações, neste momento difíceis de mensurar. É por isso que as atenções têm de estar focadas para diversas direcções.
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