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A fábrica de Coruche estava perto da saturação. Agora tem espaço para crescer.
A empresa de transformação de arroz do grupo Espírito Santo acaba de investir dois milhões de euros na fábrica de Coruche. Este investimento permite à Atlantic Meals ter espaço para crescer em termos de produção de arroz, farinha de arroz e de milho.
Em entrevista ao Diário Económico, o administrador executivo da Atlantic Meals, Luís Marques, explicou que a aposta em melhores e maiores infra-estruturas de armazenamento servirá para "voltar a incorporar mais milho nacional nos produtos transformados" que a empresa fornece como matéria-prima às cervejeiras e à indústria de comida para bebés.
*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
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Comentários (2)
Bem a partir de agora os clientes do Espirito Santo assistirao a um milagre. Em vez de receberem juros das suas aplicaçoes irao receber arroz. Ate nem esta mal visto dado que a usura é pecado , dai que as empresas que se capitalizam atraves de emprestimos bancarios terao no futuro certamente de os pagar em generos ... tipo estrume, fertilizantes e outros produtos no genero.
Ser cliente do BES eh pois passar a comer arroz as refeiçoes . Uma excelente iniciativa uma aposta que certamente visa aumentar a longevidade dos seus clientes.
Agora falta que outros bancos sigam este exemplo e paguem aos seus clientes em cogumelos, legumes e lacticinios e porque nao em bifes e agua e outras bebidas como cerjega e vinho. Os produtores agradecem e assim estimula-se a poupança das familias e o oligopolio da distribuiçao alimentar.
Esta muito bem visto.
Um banco proprietário de uma empresa de alimentos. Hoje em dia já não é preciso perceber de produção para se ser agricultor. É preciso é ter um consultor para ver aonde é que há subsidios ( a fundo perdido ) para produzir, subsidios para florestar, subsidios para construir barragens, as empresas de fertilizantes e insecticidas dizem o que se tem de aplicar e pronto, assim temos a produção de alimentos nas mãos de multinacionais que decidem o que comemos e o que vamos comer no futuro, ao mesmo tempo que valorizam as propriedades com o dinheiro dos contribuintes para mais valias futuras.
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