Economico logo
Nova tecnologia exclusiva para utilizadores registados
Empresas

Governo já cortou mil milhões no investimento das empresas públicas

Lígia Simões e Nuno Miguel Silva  
08/09/10 00:05

enviar noticia
1 leitores

O Ministério das Finanças diz que será garantido o limite de 7% do endividamento em 2010.

O Governo já aplicou um corte de mil milhões de euros nos investimentos das empresas do Sector Empresarial do Estado (SEE), face aos planos previamente elaborados pelas mais de 100 empresas públicas não financeiras abrangidas pelas medidas de austeridade para combater a crise. Desta forma, o Ministério das Finanças e das Obras Públicas estão a conseguir conter os custos do SEE de acordo com as regras do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).

"Encontra-se, consequente e plenamente garantido, de acordo com as regras do PEC, o limite de 7% em 2010, bem como o limite de 5,5% de variação média anual no período 2010/2013", assegura fonte oficial do Ministério das Finanças contactada pelo Diário Económico.

No início de Junho, o Governo deu indicação às 77 empresas não financeiras do SEE, incluindo 11 hospitais EPE (Entidades Públicas Empresariais) para conseguirem travar o crescimento da sua dívida em cerca de seis milhões de euros nos próximos quatro anos. Segundo as informações das Finanças agora comunicadas ao Diário Económico, cerca de 17% desse objectivo foi já garantido neste ano.

*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico





Envie o seu comentário


Disclaimer: "O Económico apela aos leitores para que utilizem este espaço para um debate sério e construtivo, dispensando-se, para o bem de todos, o insulto e a injúria gratuitos. Comentários inadequados devem ser denunciados e quando tiverem mais de três denúncias serão eliminados automaticamente. O IP do leitor não será revelado mas ficará registado na base de dados".

Comentários (5)

Miguel , | 08/09/10 21:20
Bem, estes cortes vão directos para o mercado, as empresas não vendem ou não fazem obras por isso não compram e despedem trabalhadores. morrer da doença ou da cura triste dilema.


Joseph People , LX | 08/09/10 17:27
Epá então ajudem o Almerindo que ele tem aquilo descontrolado...


manuel cesário rosa pascoa , beja-portugal | 08/09/10 16:23
isto não tem remédio. a despesa não é reduzida porque os que estão beneficiar do regime não abdicam de nada, os outros os desempregados,os reformados nada podem fazer. os trabalhadores no activo não podem exigir mais, tomara eles que o emprego se mantenha. A JUVENTUDE QUALQUER EMPREGO LHE SERVE. NÃO TÊM NADA.
o país não produz e não existe uma politica que ajude quem quer trabalhar e produzir. que conclusão tiramos disto ? temos que substituir os politicos.


pedro , Lisboa | 08/09/10 12:46
este dinheiro das duas uma. Ou não o temos que é o mais certo ou vai para derrapagens.


sul , | 08/09/10 07:59
Eu gostava que estas notícias fossem mais cuidadas.
Logo com dois jornalistas...Embora deva haver muita pressão
6 milhões x 17% dá um milhão e não mil milhões


Publicidade

Collapse

Bolsa

Close
-
PSI 20
-
FTSE 100
-
DAX 30
-
CAC 40
-
SMI
-
AEX 25
-
IBEX 35
-
DOW JONES
-
NASDAQ
-
BOVESPA

Acções do PSI 20

-
-
ALTRI
-
-
JERON. M.
-
-
BPI
-
-
MOTA EN.
-
-
BANIF
-
-
PORTUC.
-
-
BCP
-
-
PT TELEC.
-
-
BES
-
-
REN
-
-
BRISA
-
-
SEMAPA
-
-
CIMPOR
-
-
SONAE IN.
-
-
EDP EN.
-
-
SONAE
-
-
EDP REN.
-
-
SONAECOM
-
-
GALP
-
-
ZON
Feed com delay de 15 minutos
MyTable
Collapse

Económico Digital

Close
Económico Investidor