Mais Lidas
Ministro espera que "aqueles que convergiram na estratégia orçamental convirjam no instrumento orçamental que é o Orçamento".
Comunidade
O ministro da Presidência disse hoje esperar que "a responsabilidade prevaleça na votação" do próximo Orçamento.
Pedro Silva Pereira salientou hoje que Portugal "precisa do Orçamento", cuja proposta deverá ser entregue pelo Governo em Outubro.
"Nós temos objectivos orçamentais muito importantes, precisamos de consolidar o virar de página nesta crise internacional e isso tem que ser feito com o instrumento orçamental. E não faz nenhum sentido que o país tenha adoptado uma estratégia orçamental no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), com um consenso interpartidário e depois o instrumento orçamental que concretiza essa estratégia não ser viabilizado", salientou o ministro em declarações à Lusa.
O governante, que falava à margem das comemorações do centenário da República, disse ainda esperar que "a responsabilidade prevaleça na votação" do Orçamento na Assembleia da República e que "aqueles que convergiram na estratégia orçamental convirjam no instrumento orçamental que é o Orçamento".
No domingo, o Presidente da República, Cavaco Silva, mostrou-se convencido de que será possível alcançar na Assembleia da República um compromisso entre o Governo e os partidos que leve à aprovação do Orçamento de Estado (OE) "no devido tempo".
Pedro Silva Pereira defendeu ainda que a importância do aperfeiçoamento dos
"instrumentos de coordenação" europeus no plano económico e financeiro, entre os quais o escrutínio anual por Bruxelas dos Orçamentos nacionais.
"Nós temos compromissos internacionais no plano orçamental e é muito importante ao nível europeu que a coordenação dos países aconteça e seja efectiva. Uma das razões pelas quais a Europa conseguiu responder com celeridade a uma gravíssima crise económica foi a existência de coordenação", disse o ministro.
Em causa, destacou, está o aperfeiçoamento dos "instrumentos de coordenação a nível europeu para que os compromissos que todos subscrevem sejam efectivamente cumpridos".
Os ministros das Finanças da União Europeia (UE), reunidos hoje em Bruxelas, aprovaram o novo "semestre europeu", exercício através do qual os projectos de orçamento dos Estados-membros serão discutidos no seio da União antes de serem apresentados aos parlamentos nacionais.
Acompanhe todas as notícias:
Notícias da mesma categoria
Comentários (46)
Responsabilidade foi o que faltou a Mário Soares na Descolonização , isso sim , foi falta de responsabilidade , continuamos a sofrer e a pagar essa falta de responsabilidade .
O Governo devia elaborar o OE e apresentá-lo à Assembleia da República. Não é o PSD que representa a nação (embora os próprios partidos também o não façam, se contarmos o nº. de votantes).
Se apresentar uma "porcaria" é chumbado e pronto. Quem tem medo de uma crise política (se é que não estamos numa)? E de vivermos de duodécimos? Pensem nisso.
è didificl comprender tamanha idiotice! os governos apresentam o orçamento e sugeitam-se à sua aprovação ou reprovação tentando depois de o apresentar negociar com os outros partido as arestas que o mesmo possa ater!
A conversa deste tipo, è para demonstrar que não passa de um imbecil!
Esqueceu-se de dizer que a venda das obrigações da divida portuguesa bateram hoje no teto e que o teixeira e o da caix, vão ser recebidos à pedrada na china, como pelintras!
Coordenação europeia? Aonde, senhor ministro? Com os alemães "mortinhos" por sacar o dinheiro da Grécia, cujo "monstro" eles mesmo alimentaram, e vem dizer que existe coordenação europeia!?
Estamos a suportar uma crise para que outros sejam ressarcidos de um montante que eles alimentaram; e vem falar de coordenação?
Quanto ao orçamento: O problema não reside em UM qualquer orçamento, mas numa boa e eficaz planificação orçamental, que não existe e não existiu. Quiseram fazer um brilharete criando bandeiras demagógicas e persecutórias em relação aos mais desprotegidos e querem limpar este mal como se nada tivesse passado.
É preferível a confrontação definitiva com a crise social e política mais aquela que o governo acrescentou, que pretendeu-se encapotar com policiamentos sociais e caça às bruxas, do que andar a ser "torturado" por um governo que se tem mostrado incapaz de gerir com sensibilidade e sensatez os problemas delicados de uma nação e de uma globalização perfeitamente falida POR FALTA DE INSTRUMENTOS JURÍDICOS E MORAIS QUE PUDESSEM REGULÁ-LA. Pretendeu-se embarcar NUMA NOVA ORDEM MUNDIAL E ORIGINOU-SE O CAOS, PORQUE ESQUECEU-SE QUE O MUNDO NÃO É UMA CULTURA MAS UM COCKTAIL DE CULTURAS, QUE NÃO É UMA BANDEIRA, MAS UM CONJUNTO DE BANDEIRAS, QUE NÃO É UMA NAÇÃO MAS UM CONJUNTO DE NAÇÕES COM AS SUAS PARTICULARIDADES. Em suma: EMBARCOU-SE NO "CULTO DE BACO" E FICARAM TODOS "BÊBADOS". E agora que veio a ressaca querem que sejam os outros a pagar a medida daqueles que a criaram!
O governo parece que ainda não percebeu que esta numa posição onde tem de baixar as calcas aos outros...
Vejam a fotografia com a bela equipa de caldos requentados que o PSD apresenta para ultrapassar a crise, Duarte Lima tb surge. É com gente desta que pretendemos ir a algum lado.Depois ainda querem que as pessoas acreditem, estamos eternamente condenados á miséria.
Não: o mal do país não é a politica! O mal do país são os alunos que o ditador cá deixou!
O PSD só não aprova o orçamento se o PS não o deixar comer num prato igual ao deles. Esta conversa toda é porque o PSD quer roubar tanto como o PS e este, como está no governo, entende que tem dierito a mais. No resto está tudo de acordo que quem paga a crise serão sempre os mesmos nabos assim como a quadrilha será a do costume. Pobre país que caminhas alegremente para o abismo. E ninguém se revolta. Povo de brandos costumnes.
Responsabilidade?!
Não era suposto que este pedido seja feito por um Governo responsável?
Não entendo, o PS é Governo, mas quem tem que preparar o Orçamento é o PSD?...
Reduzir défice? Claro com os € que iremos usurpar aos portugas do costume com aumentos de IVA, IRS, custos com portagens, taxas moderadoras na saúde, diminuindo os €s para o ensino universitário e assim aumentar as proprinas, diminuir contribuições com medicamentos, fechando escolas e centros de Saúde, congelamento de salários, não pagando a tempo e horas os fornecedores dos "Não amigos"... Diminuir os envios de dinheiro para as instituições humanitárias e de socorro (pexemplo Bombeiros, Misericórdias...)
Por sua vez aumentar o défice com:
Aquisição de viaturas (porque um veículo com mais de 5 anos é um ultrage para os Sres Drs e Engs);
Aumentar custos correntes na AR (diminuem-se os salários mas aumentam-se as ajudas de custo, que riqueza de estratégia...)
Conhecerem-se fraudes na aquisição de equipamentos militares mas como são todos da mesma panela, nada se faz porque a mexer num os outros caem em catapulta;
Restaurarem-se escolas para daqui a um ano fecharem porque não têm mais de 21 alunos, há, há, há...
Não desistir do novo aeroporto de Lisboa, quando todos sabem que o maior problema da localização do aeroporto é a expeculação imobiliária, basta ver o que cresceu à volta do mesmo em edificios...
Insistir no TGV como um veículo de enorme desenvolvimento, quando os paises mais desenvolvidos da Europa, Suécia, Noruega, Finlândia não têm este meio mas têm um sistema de caminhos de ferro decente que cobre a maior parte dos respectivos países e o custo é muito inferior e muito mais rápidamente absorvido. Aqui ainda tenho mais uma dúvida, quem serão os administradores e vão ser quantos e a ganhar quanto? Mais um IEP ou Metro de Lisboa ou Porto, uma TAP?
Não se mecher na GALP pois para além de ser um centro de enorme receita quer em IPP e de dar tacho a politicos, também temos combustíveis de borla, porque como somos governantes nem a serviço privado pagamos as despesas...
Em suma, o maior desperdicio que o estado tem é ele próprio, não precisamos de um estado que em proporção a outros países de maior dimensão e poderio economico tenha uma percentagem do PIB em custos próprios tão altos.
Governador do Banco de POrtugal, ganha mais que o seu congenere nos EUA;
Os deputados portugueses ganham mais que os deputados espanhóis;
Devemos ser dos países da UE com mais fundações e institutos públicos inuteis, sem objectivos minimamente aceitáveis e que gastam tantos milhões ninguém sabe no quê...
É o país que temos, porque assim também o queremos...
Vejambem, qual a moral deste indeviduo para falar de RESPONSABILIDADES,depois de colocarem este Pais na miseria em todas as Areas.
Nãao existe para aí um D.Afonso Henriques que corra com toda esta corja de politicos após o 25 de Abril.
Impressionante. Iria jurar que o Governo tinha aprendido a primeira... vamos la criar instabilidade outra vez para a nossa divida externa aumentar! BORA LA! Bora engonhar o orcamento outra vez. Depois o ze paga.
Espera-se que assim seja Bruxelas ficar com a ultima palavra nas decisões do nosso orçamento e cnsiga por cobro à loucura dos nossos desgovernados XUXAs que lançam cada vez mais impostos sobre os portugueses para satisfação do ego destes malfeitores e acabem com as loucuras dos TGVs e nona ponte. Como é habito dizer - Quem não tem dinheiro não tem vicios - para alem disso deviam também madar acabar com todos os institutos publicos e empresas publicas onde populamadministradores da treta que só sabem gastar e receber chorudos ordenados e o povo na miseria
Institutos publicos acabem já devia de ser o lema das manifestações.
Já viram que todos os dias se fala em aumentar impostos mas nunca em acabar com despesas . Porquê comprar agora 2.500 automoveis quando estamos na miseria mas ninguem se revolta com este descalabro? Porquie tem de aumentar impostos será só para alimentar os apetites e palermices do socrates e seus amigalhacos?
Publicidade
Acções do PSI 20





