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O secretário de Estado do Turismo assume que “2011 será um ano difícil” que poderá resultar em falências no sector.
A crise económica mundial e as medidas de austeridade do Governo para 2011 podem fazer mais vítimas ao sector do turismo, como aconteceu à agência de viagens Marsans. O Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, admitiu que "é possível que algumas empresas de turismo, pela sua debilidade, possam sofrer os aspectos mais negativos de uma recessão, como acontece noutros sectores de actividade económica".
Apesar da insolvência da Marsans e do pedido de insolvência da Mundiclasse - a quinta maior agências de viagens do País -, que deu entrada no Tribunal esta semana, segundo o jornal "Publico", o secretário de Estado realçaque o Governo criou "um conjunto de iniciativas designadamente na área financeira, que é a que mais aflige as empresas no seu dia a dia". São, sobretudo, medidas que "visam olhar para os fundos comunitários e alargar os prazos de garantia com uma capacidade diferente de reembolso", explicou à margem da abertura do XXXVI Congresso da Associação Portuguesa dos Agentes de Viagens, que decorre no Funchal desde sábado.
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