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Governo abre excepção para promoções dos dirigentes do Estado

Denise Fernandes  
05/08/09 00:10

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1 leitores

Os dirigentes da função pública podem progredir na carreira sem avaliação, ao contrário do que está previsto para os restantes funcionários.

OGoverno confirmou esta semana que as progressões na carreira dos dirigentes do Estado não estão dependentes da avaliação feita ao seu desempenho, ao contrário do que acontece com a generalidade dos funcionários públicos.

O esclarecimento surge no site da Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), onde se lê que a subida na escala salarial dos dirigentes "não depende da avaliação de desempenho correspondente". Assim, por cada três anos seguidos em comissão de serviço, o dirigente terá direito a subir na escala remuneratória.

 





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Comentários (135)

MC4, Vilamoura | 07/08/09 19:17
Onde pára o Presidente da República? Se não serve para fiscalizar isto, então para que precisamos dele? Para viajar à nossa custa?

Continuem a votar neles...


Jcésar, | 06/08/09 15:08
Não colocaram aqui o meu comentário, só porque fazia referência a uma outra notícia que contrariava esta, só pode ter sido por isso.
Censura no DE.
Que dizia isto “o Ministério das Finanças esclareceu hoje que a avaliação dos dirigentes é obrigatória por via da nova lei dos Vínculos e segundo as regras da avaliação do desempenho (SIADAP).”



C:Santos, Gaia | 06/08/09 13:25
Dizem-me, alguns colegas, que o SIADAP por detrás de um conjunto de bonitos princípios é um sistema macabro. É uma forma de poupar dinheiro pelo retardar ao máxima da progressão dos normais trabalhadores e legalizar a corrupção através do tráfico de influências. Para quem leu, desde o princípio, o SIADAP, pode ver, nas entrelinhas, quão tenebroso o sistema é. Até ao ponto de dizer que os dirigentes não são avaliados pelo seu comportamento porque, ao serem nomeados, é porque já têm esse comportamento. Os objectivos são definidos por negociação uma treta (se não houver acordo são definidos pelo dirigente). Se o dirigente for um verdadeiro incompetente, imbecil, não saber liderar nem motivar o trabalhador, não criar condições de trabalho, não colocar os trabalhadores nas funções e locais certos e o trabalho correr mal o trabalhador é aquele que arca com quase toda a responsabilidade -no relatório do dirigente vai aparecer que o trabalhador não cumpriu os objectivos, não se automotivou, que teve um comportamento negativo, etc.- Isto é a perversão total do que deve ser um dirigente. Mas talvez a ideia seja essa, de forma a proteger a incompetência do primo deste ou do sobrinho daquele. Mas muito mais se poderia tirar da leitura atenta do siadap e das leis e situações à sua volta. Os resultados são fáceis de antever, o trabalhador não tem carreira ou expectativas de vir a ter uma vida melhor. Ao fim de 10 anos leva um aumento miserável e sai com uma reforma igualmente miserável. É isto que se quer? Se não é parece


Nobrega, Funchal | 06/08/09 01:22
Quem sabe, sabe....quem não sabe é chefe
Quem sabe faz...quem não sabe manda fazer
Quem sabe é avaliado...quem não sabe avalia
Quem sabe não progride na carreira...quem não sabe progride
Quem sabe faz o exame de Inglês durante a semana...quem não sabe faz ao Domingo
Quem sabe entrega o exame ao docente...quem não sabe envia por Fax
Concluindo...infelizmente para Portugal...
Quem sabe fica triste...quem não sabe fica feliz
Portugal país dos FFF...Fátima, Fado e Futebol...
A felecidade é inversamente proporcional á racionalidade...


Manuel, Évora | 05/08/09 23:29
Mas ainda há mais!
Segundo li, na lei do SIADAP os dirigentes se pretenderem podem arrastar a sua última avaliação para carreira técnica superior, julgo que é o art 43 do SIADAP. Pois, se tiveram excelente no último ano pode fazer o arrastamento e ficam com as quotas dos funcionários.


PP, Lisboa | 05/08/09 20:40
Quanto a isto ocorrem-me duas expressões "Todos os homens são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros" e "Putas ao poder, que os filhos já lá estão.".


Isabel Mendes, Lisboa | 05/08/09 20:26
I’M THE SPECIAL ONE (1)
No mundo da mentira, quem fala verdade passa fome. Observando o que acontece ao nosso redor, na liderança da administração pública, concluo tristemente... a ética está morta e enterrada! Creio que a vi pela última vez no funeral do Bom–Senso.


Isabel, Lisboa | 05/08/09 20:14
I’M THE SPECIAL ONE (1)

No mundo da mentira, quem fala verdade passa fome. Observando o que acontece ao meu redor na administração pública, concluo tristemente... a ética está morta e enterrada! Creio que a vi pela última vez no funeral do Bom–Senso.


Nelito, Aveiro | 05/08/09 18:00
Este é a nova versão do "SIADAP_2 com entrega dos objectivos individuais" Parabéns, Sr Ministro! Camada de parvalhões! Ruuuuuuuua.


Rua com ELES, | 05/08/09 17:39
Afinal a reforma da administração publica não é para todos!
Só há uma solução! Rua com ELES!


CAMILO, cacilhas | 05/08/09 17:20
Ainda querem produtividade e motivação.
TUDO PELOS MÍNIMOS!
...em 27/09 PCP/BE


Medida à Pinócrates, | 05/08/09 17:20
Será que avaliação só foi criada para os professores?
Este DES(governo) também vai ser avaliado no próximo dia 27 Set.
Espero que os portugueses não tenham memória curta no DIA da GRANDE VERDADE


LUIS CARLOS, | 05/08/09 16:22
Nem sempre os três anos de dirigente em comissão de serviço corresponde apenas a uma subida de posição remuneratória. Ha casos de dirigentes que com apenas 3,5 ou 4 anos tenham subido duas posições remuneratórias, logo para o topo da carreira. Não é treta não...basta ver no Diário da Republica a frequência com que isso acontece em determinados ministérios.


Pinto, Amadora | 05/08/09 16:08
Por favor, haverá algum comentador socialista que possa vir aqui explicar o alcance da medida, dizer que o que é mau para os professores é bom para os altos funcionários da função pública?


TÓ Bastos, Lisboa | 05/08/09 16:02
Não vos preocupais, o PS diz que efectivamente a lei foi elaborada mas que não vai ser regulmmentada brevemente. Estão de cabeça perdida, não dizem coisa com coisa...


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