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A Galp vai aproveitar o gás natural que existe nos poços de petróleo em Angola, em parceria com a Sonangol.
Depois da forte aposta que fez ao longo dos últimos anos na área da exploração e produção de petróleo, a Galp está agora cada vez mais perto de viabilizar o negócio do gás natural em Angola. Um objectivo que se insere na estratégia de diversificação das actuais fontes de abastecimento da Galp - e de Portugal -, ainda fortemente dependentes da Argélia e da Nigéria.
Além de ter garantido uma participação de 10% no bloco 2, que irá explorar gás natural no ‘offshore' angolano, o grupo liderado por Ferreira de Oliveira verá, em breve, a possibilidade de escoar o gás natural que vier a ser produzido e aprovisionado no bloco 14, do qual controla 9%. Um negócio cuja remumeração da Galp ainda não está definida, uma vez que a comercialização do gás ficará a cargo da sua parceira Sonangol, a petrolífera estatal angolana.

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