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A empresa liderada por Ferreira de Oliveira continua a focar-se na produção de petróleo e gás natural, em países como Venezuela, Brasil e Angola.
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A petrolífera está a negociar a compra da participação da Anadarko no projecto de Petroritupano, que produz 38 mil barris de crude por dia.
Apesar de ter desistido recentemente da corrida para a exploração petrolífera do Carabobo, a Galp não pretende baixar os braços na Venezuela.
Definido como um dos mercados prioritários na sua estratégia de internacionalização, o país liderado por Hugo Chavez volta a entrar no radar da empresa portuguesa.
O novo alvo chama-se Petroritupano, uma concessão ‘on shore' (em terra) que produz diariamente 38 mil barris de petróleo e 20 milhões de pés cúbicos de gás natural. Uma característica que a distingue dos restantes activos em que a Galp se encontra envolvida em solo venezuelano, todos ainda em fase de estudo.
Controlado pela Petróleos da Venezuela (PDVSA), o consórcio que explora o projecto Petroritupano conta com a participação dos brasileiros da Petrobras e dos norte-americanos da Anadarko. E é sobre os 18% que estão nas mãos da Anadarko que recaíram as atenções da Galp.
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