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A empresa, liderada por Manuel Ferreira de Oliveira, tem uma participação de 16,3% no consórcio que está a estudar a nova tecnologia.
Galp estável
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A petrolífera faz parceria com a Petrobras e a Repsol para a criação de uma unidade flutuante no Brasil.
A petrolífera portuguesa Galp formou uma ‘joint-venture' no Brasil com a Petrobras, a BG Group e a Repsol para desenvolver engenharia e ‘design' de uma inovadora unidade flutuante de liquefacção de gás natural. Um projecto que está a ser desenvolvido na região do pré-sal na bacia de Santos, localizado a 300 km da costa brasileira, e que servirá para armazenar mais rapidamente o gás e colocá-lo em terra de forma mais eficiente.
Os membros desta parceria "decidiram avaliar a instalação de uma unidade flutuante para escoar o gás natural produzido no pré-sal", diz a Galp em comunicado. Nessa plataforma inovadora, será possível passar o gás natural do estado gasoso para o estado líquido de forma a facilitar o transporte para a costa.
No entanto, a decisão definitiva será tomada em 2011 "após a análise de viabilidade técnica e económica da solução de engenharia apresentada", tendo em conta que o consórcio vai também estudar outras hipóteses, designadamente a "instalação de novos gasodutos submarinos".
Por enquanto, o investimento global no projecto não foi ainda apurado.
Em Outubro, o director de exploração da Petrobras, Guilherme Estrella, explicou ao Diário Económico que a Petrobras - petrolífera estatal brasileira parceira da Galp no Brasil - "está já a instalar um gasoduto que vai para terra e que depois é transformado na estação de tratamento de gás no litoral de S. Paulo". Um investimento cujo valor não foi relevado por Guilherme Estrella e que será complementar à unidade flutuante em que a Galp está envolvida neste momento. Tudo porque "a Petrobras não quer queimar gás" ao retirar o petróleo.
Nesta ‘joint-venture', a Galp detém uma participação de 16,3%, assim como a Repsol e o BG Group. A Petrobras irá controlar os restantes 51,1% do consórcio.
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