Mais Lidas
Ferreira de Oliveira, presidente executivo da Galp, termina o seu mandato de gestão na petrolífera no final deste ano.
Comunidade
Indefinição da estrutura accionista, após fracasso das negociações com a Petrobras, é apontada como obstáculo para uma abordagem mais firme.
O capital da Galp está a despertar o interesse de diversos fundos de investimento internacionais, sobretudo norte-americanos. Mas os interessados vêm também de outras regiões do globo. É o caso do International Petroleum Investment Company (IPIC), o fundo soberano do Abu Dhabi que é accionista de referência da petrolífera espanhola Cepsa e que possui uma participação de 2% no capital da EDP.
O Diário Económico apurou que estas abordagens preliminares aguardam uma clarificação da estrutura accionista da Galp, pendente do acordo parassocial que termina a 31 de Dezembro próximo, data em que os italianos da Eni e a Amorim Energia (cada um com 33,34% do capital) ficam livres para alienarem ou reforçarem as respectivas participações.
Um processo em que o Estado, apesar de poder exercer o direito de preferência, via Caixa Geral de Depósitos (CGD), poderá esbarrar em alguns obstáculos. A situação financeira da banca, a que a Caixa não escapa, limita a sua capacidade de intervenção, sob pena de comprometer o ‘rating'. Razão pela qual o Governo tem procurado atrair grupos nacionais, como Pedro Queiroz Pereira ou a Partex, para esta nova empreitada.
Mas, à semelhança do que acontece com os fundos de investimento, ninguém quer arriscar ofertas enquanto não souber para que lado irão pender as negociações entre os quatro principais accionistas: Eni, Américo Amorim, Sonangol e Estado.
O cenário que chegou a estar praticamente definido - no âmbito das negociações da Petrobras para comprar a participação da Eni - encontra-se agora congelado, embora fonte do Governo admita estar cada vez mais longe da realidade.
Notícias da mesma categoria
Comentários (1)
Publicidade
Acções do PSI 20





