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A Frente Comum convocou hoje uma greve geral para o próximo dia 4 de Março para protestar contra o congelamento dos salários da Função Pública anunciado pelo Governo.
Governo e sindicatos estiveram hoje reunidos no arranque das negociações salariais para a administração pública este ano, que se vão prolongar até ao dia 10 de Março.
O Executivo de Sócrates voltou hoje a insistir que a situação orçamental de Portugal não permite qualquer actualização salarial na administração pública, apesar dos sindicatos estarem contra este congelamento.
"Não há condições para ir além do não aumento dos salários no actual contexto orçamental", sublinhou o secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos, citado pela Lusa, no final de uma reunião com a FESAP - Frente Sindical da Administração Pública.
Depois de um aumento de 2,9% em 2009, o Governo decidiu, apresentar na proposta de Orçamento de Estado para este ano o congelamento dos salários para os funcionários públicos.
Os sindicatos estão contra este congelamento e marcaram, por isso, uma greve geral para o próximo dia 4 de Março, quinta-feira.
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Comentários (11)
Há de tudo como em todas as profissões, mas a da Maria Ribeiro certamente tambem tem colegas incompetentes no seu local de trabalho não? falar é facil porque os particulares são obrigados a ter seguro para os funcionários o estado não tem sabia? Existem ainda funcionários publicos com muitos anos de trabalho a ganhar pouco mais de 500€. Não falo doque não sei sou funcionária e processo os vencimentos e um Agrupamento de Escolas. Enquanto o seu patrão tem que ter uma empresa de medecina n to trabalho o estado apenas faz essas leis para os particulares cumprirem porque eu posso estar tuberculosa o estado não se importa sirvo mesmo assim a senhora é que não, o seu patrão tem de pagar para atestarem em como pode trabalhar. Muitas vezes fazem-se comentarios que podem ter ou não razão de ser.
Concordo com o não aumento de salários, dado que, a bem ver, não houve despedimentos na função pública. Tendo mantido o emprego e com as despesas com empréstimos reduzidas drasticamente, aqueles que vivem do Estado, estarão melhor que há dois anos.
Mas o exemplo deveria vir de cima. Mais do que congelar, os membros do Governo deveriam reduzir os seus salários e regalias. Nada de excessivo, talvez os 2,9%. Não tenho dúvidas que seria uma gotinha na despesa, certamente muito demagógica, mas considera-lo-ia de bom tom. Na mesma onda, os deputados poderiam adoptar uma medida igual.
Para isto tem eles jeito,assim como lhe apanharam o jeito de decadas sem fazer nada,basta ir a serviços de funcionalismo publico para ver os bons profissionais que sao,c´por mim até são muito bem pagos.
gostaria era de ver os nossos governantes a viver com os miseros ordenádos que mais de metade dos trabalhadores subrevive, sempre tudo a aumentar e os salários sepre iguais, muito sinceramnete não sei onde vamos parar.
... Quando fizerem greve oficial , alguns bem podiam continuar fora dos serviços ! O pais agradecia....
Pois é, para variar a crise podia chegar a outros que não os trabalhadores da função pública.
Há crise e quem paga? os do costume, os funcionários públicos e os desempregados. Velha estratégia estafada. Sugestão: este ano podiam ser os detentores de cargos Públicos, os Directores de empresas públicas e, porque não, os políticos da nossa velha e amada Pátria que tantos sacrifícos pede aos que pouco ou nada têm. Sejam sérios e criativos, por uma vez.
É claro que sabe bem ter aumento de ordenedo. Mas será que não vale apena pensar um pouco no que dizem os entendidos?E por entendidos não são os membros do governo, mas sim pessoas qualificadas para o efeito que não se cansam de chamar atençao para os graves problemas que se vivem e a necessidade de congelar salários. Bem...mas tambem seria de bom tom e de bom senso baixar os salários e tirar regalias a quem nos governa. Os senhores deputados estão dispostos a isto? É QUE SE ESTÃO...VAMOS A ISSO.
Menos Estado. É preciso avançar-se na privatização de tudo que não tenha a ver com as funções naturais do Estado: representação externa, defesa.segurança, aplicação da justiça, exercício da autoridade.
Os nossos politicos, com tal atitude, demonstram uma enorme falta de consideração pelos trabalhadores.
Convido os mesmos a verificarem as condições em que cada um de nós vive e as dificuldades com que somos confrontados para honrar nossos compromissos, perante o crédito habitação facilitado pelo Snr. Eng. António Guterres.
O que seria dos nossos politicos se todos os trabalhadores abandonassem o nosso Portugal?
Aos dirigentes sindicais:
Deixem-se de tretas. Não continuem a enveredar pela tática da sobrevivência junto do poder económico seguro do funcionalismo público. Sabem bem que isto está mais para reduzir do que para aumentar.
É preciso é manter e partir para melhorar.
Não finjam que estão a lutar contra a burguesia portuguesa, porque ela é frágil, débil, quase não existe e disputa convosco a proteção do Estado, do OE.
Tomem a iniciativa: desafiem o Governo e as associações patronais a elaborar um programa patriótico e de salvação nacional.
É urgente! Deixem de fazer o jogo de partidos que estão a Leste da realidade nacional.
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