Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

05:42 | Quarta, 10 de Fevereiro 10
VÍDEO

"As dúvidas não se resolvem destruindo provas"

Pedro Latoeiro  
11/11/09 16:55


Collapse

Vídeo

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

A presidente do PSD disse hoje no Parlamento que "as dúvidas políticas não se resolvem destruindo provas", referindo-se às escutas entre Sócrates e Vara que foram dadas como nulas pelo Supremo Tribunal.

Na Assembleia da República, Ferreira Leite pediu ainda ao primeiro-ministro que esclareça o país sobre este caso.

"O primeiro-ministro tem consciência da necessidade de esclarecer o país", declarou a social-democrata durante uma discussão no Parlamento sobre corrupção. "As dúvidas políticas não se resolvem adiando investigações e destruindo provas", acrescentou.

Trata-se de uma referência directa às escutas entre Sócrates e Armando Vara, arguido no processo 'Face Oculta', que foram ontem dadas como nulas pelo Supremo Tribunal de Justiça, o que as torna inutéis para o caso.

A decisão motivou ainda um desentendimento público entre o Supremo Tribunal e a Procuradoria-Geral da República. E sobre este caso, a líder do PSD disse ainda que "a crise das instituições afecta o sistema de Justiça e os seus órgãos superiores".


Comentários

MEMAGAMELA, rt | 11/11/09 17:07
concordo com esta sra e ja agora no que esta o caso do bpn e do bpp, ou e pra esquecer!


AM, | 11/11/09 17:20
Com estes casos em breve não conseguiremos empréstimos no exterior. São tantos os casos que demonstram que as Instituições não funcionam - e a Justiça é o pilar de qualquer Estado de Direito - que só por impotência face aos mais fortes o povo vai tolerando as explicações que lhe querem impingir!


isidoro foito, elvas | 11/11/09 17:21
segundo se sabe só os presidente do supremo tribunal de justiça pode dar ordem para se fazer escutas ao primeiro ministro , presidente da republica e presidente da assembleia da republica , fui agente de autoridade, entao os inspetores da pilicia judiciaria sabem que essa lei existe e eles fazem essas escutas . nesse caso deveriam ser punidos disciplinarmente, por abuso de autoridade e talvez pela fuga de informaçoes , porque tudo leva a crer que venha desse organismo muitas fugas de informaçoes de provas processuais.


Carlos Quintelas, Queluz | 11/11/09 17:24
Então MFL desconhece a lei que o seu partido aprovou na Assembleia da República? Esta senhora está a querer ir por caminhos, por mero oportunismo circunstancial, que lhe irá sair muito caro! Percebe-se o que ela pretende, mas certamente não desconhece a envolvência de muitos seus correligionários neste e noutros processos de corrupção em Portugal! Que moral tem esta senhora para introduzir ética seja no que for, quando ela própria integra um arguido com acusações claras na sua lista de deputados?!


ALEX., Lisboa | 11/11/09 17:25
Ferreira Leite acentua claramente as dúvidas que,a terem qualquer coisa a ver com a realidade, era gravíssimo.


Mike, | 11/11/09 17:45
Eu não votei no Sr. Sócrates, nem venho aqui defender, mas é impressionante que esta sra. raramente abre a boca, mas quando abre é só para dizer mal e "mandar a baixo".
Dela, não se ouve uma ideia concreta, uma solução para o país, uma ajuda para sair da crise, nada. No entanto para dizer mal, criticar e destruir soluções, nisso é perita....Infelizmente é assim que vai a liderança do PSD


dragao feliz, | 11/11/09 17:45
Enganei-me no forum..... sou mais das coisas da bola.
Mas mesmo assim, esta cena das escutas...... Digamos que é uma vitória que Socrates consegue na secretaria... às tantas, porque faltava um despacho na folha anterior às escutas.... os senhores juizes do Supremo muito zelosos da legalidade lá anularam essas provas. A questão que se coloca é esta: se fosse um cidadão comum a ser apanhado numa conversa..... não viriam os mesmos senhores juizes com o argumento de que a verdade é um valor superior ao dos formalismos legais?


Peters, Porto | 11/11/09 17:46
Por favor minha senhora, não acha que já tem provas suficeientes para que possa concluir que atacar pessoalmente o Socrates, para além de não a levar a lado nenhum, não ajuda em nada o nosso Pais?

Esqueça o Socrates e faça oposição ao Governo.


Maria, Setubal | 11/11/09 17:48
Cabe aos principais orgãos políticos o dever de deixar a justiça funcionar livremente.Qualquer pressão sobre um facto judicial é de lamentar seja para ocultar seja para pressionar a não cumprir a Lei.O PSD e os seus orgãos máximos têm muito que questionar sobre assuntos políticoa por exemplo .O que vai acontecer com o relatório sobre as barragens, o que fazer com a falta de agua que se avizinha com este pseudo Outono.Como solucionar o desemprego crescente O que vai acontecer às auto estradas iniciadas e chumbadas pelo TC.Tanto que a Drª Manuela tem para fazer ,mas claro vive a reboque e o PSD é que vai pagar.Como eu lamento.


Ana Oliveira, Algueirão | 11/11/09 18:02
Que vergonha!É este o País que temos, os políticos que temos e o governo que temos.
Com políticos de qualidade e honestos estas poucas vergonhas já tinham acabado.
Assim vamos vivendo envergonhados de dizer que somos portugueses.


JP, Sintra | 12/11/09 00:44
Dra. MFLé altura de não precionar a justiça, e deixar a mesma funcionar.
O que gostava é que apresentasse ideias para sair da crise, que saudades da social democracia


joão, marinhais | 12/11/09 11:00
As dúvidas só acabam quando a lei for igual para todos,mas a lei e a aplicação da lei como todos nós sabemos,não é igual para todos,nem se aplica
de igual para todos.
Basta sabermos que cada juiz interpreta a lei á sua maneira,e aplica a lei como quer,deseja e não de acordo com critérios que devem ser levados em conta.
Quem Fez a lei?(OS deputados do PS e do PSD)maioria absoluta.(OS HOMENS)
Para quê?
PAra se protegerem as ELES de algumas senão muitas poucas vergonhas que todos os dias se veem na comunicação social. por isso 90% do povo não acredita nas leis nem em quem as aplica.
Sabemos que foram feitas somente para castigar os desgraçados,que cada vez
estão mais desgraçados.
Hoje tenho tristeza no 25 de abril pelo qual lutei, e construi acreditando numa justiça igual para todos.


Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O DE reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

Publicidade

direita
Collapse

Económico Digital

Close
Económico Investidor