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Futuro

Ferreira do Amaral aconselha Portugal a sair do euro

Económico  
20/06/11 08:00

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João Ferreira do Amaral aconselha Portugal a usar o dinheiro da ‘troika' para regressar ao escudo.

"Acho que nos devíamos começar a preparar para isso [sair do euro] para, quando acontecer, o fazermos de forma ordenada e com o mínimo de estabilidade", defendeu o economista em entrevista ao Diário de Notícias. Para o economista, Portugal deve agir para "que o financiamento da troika seja utilizado para compensar o aumento das dívidas" causado por uma saída do euro.

"Admito que seja preciso um empréstimo de 30% do PIB. A nossa saída do euro deve levar a uma depreciação cambial na ordem dos 30%. Daria entre 50 a 60 mil milhões de euros. Ou usaria o actual empréstimo ou haveria um novo veículo, com prazo mais longo", argumenta João Ferreira do Amaral, para quem "a hora da verdade está iminente" porque "a Grécia servirá de cobaia para o que se seguirá"

Ferreira do Amaral considera que "Deixamos apodrecer esta situação e já nos estão a impor juros de 12%. Infelizmente, como o plano que [a troika] nos impõe não irá dar resultado ao nível de crescimento, significa que mal acabe esse financiamento vamos deparar com taxas de juros dessa magnitude".

O custo dessa eventual saída do euro "será brutal" mas "penso que ainda estamos a tempo de negociar uma saída com apoio comunitário", defendeu o economista.

 





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Comentários (544)

Paulo , Barreiro | 20/06/11 23:58
Uma parte dos comendadores pensa que a saída de Portugal do Euro é algo de impossível. Como tal nem vale a pena perder tempo a pensar. Esta é que é a razão por de trás de tamanho cepticismo. Não pensam sequer que pode vir a ser uma forte possibilidade, se é que já não é , não porque o queira-mos , mas porque possa não haver outra saída. No fundo é tudo uma questão de políticas da Alemanha. Aquela que precisamente antes do Tratado de Lisboa (a que a CDU se após) não era ainda a prepotente que se tornou após o dito Tratado. Se não forem pelos Eurobonds , Portugal em 2013 não vai ter hipóteses de pagar aos credores.


Miguel , lisboa | 20/06/11 23:54
Falar mal é facil eu sem conhecer o sr.beto tambem digo k burro é ele que nem consegui escrever 2 linhas a exprimir o seu pensamento politico em relaçao a esta situaçao. este é o nosso mal. sabemos criticar mas quando é preciso fazer 1 critica positiva esta tudo na hora do almoço.lool. O beto, vai mas é comer muita papinha pra cresceres e seres um homem a serio


Charlie , | 20/06/11 23:51
Façam o levantamente psicológico da mentalidade da nação e orlem um programa plurianual de explicação através dos mídea existentes de como sair desta situação, não as campanhas ridículas de compre produto nacional de 6 semanas que rápidamente esquecem. Expliquem que se se comprar português, estasse a fortalecer o tecido empresarial nacional e a criar capacidade aos empreendedores para passarmois nós, portugueses, ao ataque àa economias europeias. É possível, com programas nios meios de comunicação sintéticos e com as ideias chave.
Procurem também os senhores Ministros, Criar todo o género de barreiras à importação de produtos tecnológicos, coloquem nos cadernos de encargos dos concursos nesta àrea, a expressões que impliquem a realização (construção) dos produtos tecnológicos em território nacional, e abrigação de incorporação de uma percentagem de produtos interm´´edio de fabricação nacional.
Ponham os ministros a trabalhar para dentro e não para fora.
Libetem o discurso político e digam abertamente as soluções, p+ois quando se houvem os economistas deste país, temos a sensação de que se enccontram amordaçados nas soluções, já nque só falam que o problema é este e eaquele, mas nunca dizem quais as soluções pois como as mesmas implicam deixar de ser politicamente correcto, o que implica arriscar os taxos que têm nas Universidades públicas e privadas, preferem calar.
Aonde estão os liberais de alma que venham dizer:
- Liberarismo sim, mas não este em que uns teem que suportar a totalidade dos custos de terem políticas de caracetr social (os países europeus) e outros não teem que se preocupar com nada, como a china que escraviza o seu povo;
- À vontade não é avontadinha, retroajam os benefícios/compensações que não foram consubstanciadas nos contratos dos submarinos e outros, nos pagamentos a fazer com pesadas penalizações;
- Previligiem nas aquisições nacionais as empresas nacionais, criando critérios que o permitam;
- Estabeleçam formas de penalização indirectas a tudo o que vem de fora;
- Forcem as mentalidades a comprar protuguês, com formaçâo nesse sentido nas escolas, para que serve a cadeira de cidadania?
Hà tanto por onde inventar, sentem-se os sábios e comecem a ser ardilosos com os de fora;
- Sempre que nos ofereçam algo (ao colectivo português) pensem em qual a verdadeira razão para tal (analizem emprofundidade no tempo o resultado das cedências de hoje);
- Imponham clausulas que permitam posteriormente chegar aonde queremos efectivamente chegar;
- Não se vendam por objectivos de curto prazo, nem colectivos, nem individuais (vulgo Corrupção);
- Pratiquem a política do Nim;
- Ponham jutistas a analisar com seriedade os diplomas e a encontrar lacunas que permitam tir


SALVATERRA DE MAGOS , | 20/06/11 23:50
HO MIGUEL AINDA PRECISAS DE EDXPLICAÇÕES???
ÉS MESMO BURRO SE NÃO CONSEGUES ENTENDER.
ENTÃO FORAM OS COMUNAS QUE PRIVATIZARAM OS GRANDES SECTORES DA ECONOMIA.
A LISNAVE F... PORQUE FOI PRIVATIZADA OU NACIONALIZADA?
QUE FALTA QUE A ESCOLA TE FAZ.... MEU BURRO


Miguel , lisboa | 20/06/11 23:48
Chamaste-me burro mas nao apresentas-te nenhum argumento para contrariar o k eu disse. e aquilo k eu disse em relaçao a cuf vai ler a nossa historia recente. Chamaraes-me burro sem me conhecer e sem argumentares desculpa mas o burro ou o ignorante es tu. Vai aprender qualquer coisa e depois vem falar comigo sobre o k quiseres


Bingo , Vila Nova de Gaia | 20/06/11 23:47
É com afirmações inteligentes como esta de Ferreira do Amaral que a UE anda às aranhas! Ainda bem que a coisa mudou de geração. Foi por uma falta de visão como esta que a Europa encalhou.


Lúcio Silvestre , São paulo Brasil | 20/06/11 23:46
Sr Ferreira Amaral, não digas asneiras;

Saudações professor Vitor Gaspar
O Povo Português gostaria muito que o senhor verificasse a situação das 13.740 empresas públicas, autárquicas e demais empresas ligada ao Estado. Passar um pente fino nestas empresas seria de bom tamanho. Sei que o senhor vai encontrar muitas resistências dos grupos que vivem em função destas empresas. Sabemos que políticos e lideranças regionais ficarão com a pulga atras da orelha, pois irá constatar que a maioria deles não justificam existirem. Enfrente com sabedoria as resistências, pois acredito que os aumentos de impostos, redução de salários e demais restrições quanto ao financiamento da máquina pública ficará facilitada pelo racionamento destas empresas, devendo ficar apenas aquelas que justifiquem sua existência e/ou tenham uma administração voltado para o bem público e sem corrupção.
Saudações fraternas



Miguel , lisboa | 20/06/11 23:45
Ja agora diz-me porquê sr Beto


porto , lisboa | 20/06/11 23:41
A politica da ratoeira todos os credores tem nome e dixam as pessoas como eu muito desconfiadas ,os Estados Unidos da América do Norte tem uma divida de 4 triliões de dolares , Inglaterra uma divida 700 mil milhões de € Almanha de 650 mil melhões de € a França 650 mil melhões de € a Italia 650mil melhoões de € pagam Juro 1.5 a 2.5, Os Portugueses, A Grécia e a Erlanda. pagam juros a 10%a 12 %
Eu nunca vi os paises mais pobres,a pagar a divida dos mais Ricos , vamos andar neste fernezim, 3 ou 4 decadas.
Este cistema intressa a estes paise que tem dividas astronómicas, Agrécia Portugal e Irlanda, nunca vão a falencia ,mas tambem não se consegue librare das garras dos leões, estes três paises, com o juro astronómica ao fim de 4 ou sinco decadas pagamos a nossa divida. A dos Unidos da America, da almanha,e França. Inglaterra e Italia.
E ainda pagamos mais o preço do barril do petrolio, as companhias que exploram a maioria são destes Paises.
O governo Portugues tem que ser muito inteligente apenhorara todo o subcidio de ferias ,Decimo terceiro mês, reformas a cima dos 1500€ e ordenados acima dos 1500 €. e pagar a divid ao extrior.
FMI, UE, BCE, CEE, não queremos nada com esses. fffffffffffffffffffpppppppppppgggggg.



Paulo , Barreiro | 20/06/11 23:39
Não se esqueçam de que a CDU foi a primeira força política a tocar no assunto . De forma corajosa e antes das eleições , o patriotismo de Jerónimo de Sousa mais uma vez falou mais alto .
Pediu uma discussão Nacional acerca do tema , para na eventualidade de a situação se vir a concretizar sabermos o que há de melhor a fazer .
Pediu que se discutisse e estudasse todas as opções de Portugal em que uma saída do Euro fosse um facto .
Este senhor já o percebeu , mas nunca o ouvi reconhecer-lhe a razão das palavras que proferiu na altura . Deve de queimar !!!
Mas todos se apressaram a bombardear Jerónimo de Sousa com tudo o que tivessem à mão .
Façam agora o mesmo com este senhor .
Se conseguirem .

Paulo Correia , Viseu | 20/06/11 23:23
Por vezes é na simplicidade dos factos que se encontram as respostas .


Beto , | 20/06/11 23:35
Miguel , um burro ao teu lado é um superdotado
lamento tanta "miguelice"


Miguel , lisboia | 20/06/11 23:23
e é graças aos comunas que estamos como estamos.se nao tivessem nacionalizado a economia em 1975 se calhar estavamos melhor. a lisnave e a setenave a cuf foram os comunistas que a f.....Em 1973 ninguem tinha coragem de se aproximar da saida das fabricas da cuf em 1975 roubaram tudo e as 15h nao havia ninguem a trabalhar. Se forem ver 1 documentario sobre o fim da cuf ate ha um comuna a dizer que exageraram um bocadinho. Pra ele dizer k exageraram podem ver o k aconteceu


Paulo Correia , Viseu | 20/06/11 23:23
Quem deixa estes senhores falar devia ter mais juízo e calá-los de vez.
Os grandes comentadores e politicos deste pais já nos fizeram crer em cada patranha, vou lembrar duas ou três das mais emblematicas.
1º acessibilidades (hoje dizem que há vias de comunicação boas demais);
2º qualificações (hoje mais desempregados com curso superior):
3º moeda única (gastaram à bruta e arruinaram o país);
4º politicos mais competentes e mais bem pagos, até hoje não creio que os incompetentes (no ponto de vista deles) tenham passado pelo poder e vejam no que deu.
è a minha opinião, vale o que vale...


Charlie , | 20/06/11 23:22
Desde o comentador (sim que parece-me que de economista tem muito pouco e foram estes gajos que estiveram no poder!) aos comentários, parece-me tudo lixo.
Desejo realmente sorte a estes desconhecidos da economia e das finanças que para lá vão, liberalizem, mas fortaleçam os reguladores e fiscalizem fortemente os grupos gigantes, no sentido de protegerem a igualdade de oportrunidades e a liberdade da pequena iniciativa priveda, não deixem as macrocefalias esmagarem os empreendedores (por exemplo, não se vendam ao ponto de permitirem a abertura das grandes superfícies ao Sábado à tarde e ao Domingo, nem permitam licenciamentos de espaços com superfícies de mercearia agigantadas e que escravisam os logistas pequenos).
Estimulem o comércio tradicional repondo horários semelhantes aos vários operadores de mercado nas mesmas àreas de trabalho.
Acabem com um conjunto de burocracias para as pequenas empresas, nomeadamente HCTTP e outros que só serviramn para esmagar os pequenos que não têm dimensão crítica para suportar todos esses custos. Ponderem acima de tudo a necessidade de respeutar os eleitores. Fiscalizem a etiquetagem dos produtos e não permitam produtos sem especificações 100% em português. Renegocieem as pescas e a agricultura, não faz sentido que o país com maior àrea de mar (zona económica exclusiva) da CEE não possa impôr o seu interesse estratégico nessa àrea (foi o Sr. Cavaco que entendeu que o melhor era estimular o abate em vez de definir este sector como estratégico, não se lembram?).
Elaborem um plano nacionalk estratégico, o que queremos para o Nosso país daqui a um determinado número de anos, justificado, para que quem vier a seguir o queira alterar, tenha antes que justificar essa mesma alteração.
Alterem taxas de IRC para escalões de volume de negócios.
Dotem o Ministério dos negócios estrangeiros de uma forte componente comercial para se constituir como veículo de excelência de promoção Nossa e das Nossas PME's no exterior e nã como um saco de diplomatas improdutivos e vaidosos.
Penalizem aq preguiça e promovam o trabalho, diminuam os subsídios de inactiviodade diversos que existem.
Reunam meia dúzia de cabeças e façam o que devem.


Miguel , lisboa | 20/06/11 23:19
e depois vou pedir ao jeronimo de sousa e ao louça pra irem comprar petroleo. quero ver quem e que lhes vai vender. a nao ser que os comunas sejam os nossos burros de carga. nao me importava de ir em cima do jeronimo para o trabalho. e eu moro na margem sul. adorava ver o jeronimo a passar a ponte a puxar os camaradas numa carroça.lol tava a brincar mas isto é muito serio.se sairmos do euro ate a Albania se ri de nos


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