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O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, está em Hong Kong, a tentar captar investidores asiáticos, dispostos a comprar dívida portuguesa.
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Estado já assegurou 90% das necessidades totais, afirmou o ministro das Finanças em Hong Kong.
O Governo já assegurou 90% das necessidades de financiamento do Estado para este ano. A garantia foi dada ontem pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que em declarações à Bloomberg rejeitou também qualquer hipótese de Portugal vir a recorrer ao fundo de emergência europeu.
"Já financiámos perto de 90% das nossas necessidades para este ano", afirmou Teixeira dos Santos, acrescentando que "não há qualquer necessidade de bater à porta de qualquer tipo de programa especial de resgate".
No Orçamento de 2010, o Governo estimou em 16,5 mil milhões de euros as necessidade de financiamento do Estado português para este ano. Até agora, quando faltam pouco mais de três meses para o final do ano, o Estado já assegurou 90% desse financiamento, ou seja, já conseguiu pouco mais de 14,8 mil milhões de euros. Faltam, por isso, pouco mais de 1,6 mil milhões.
O ministro das Finanças falou à Bloomberg TV desde Hong Kong, onde se encontra em ‘roadshow' juntamente com Alberto Soares, presidente do Instituto de Gestão e Tesouraria do Crédito Público, Faria de Oliveira, presidente da CGD e Carlos Costa Pina, secretário de Estado do Tesouro.
*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
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Comentários (14)
É claramente impressionante, diria até de algum modo insultuoso o que a espaços e quase a ver se ninguém dá pelo facto as notícias HORROROSAS, que se publicam sobre Portugal, e claro sobre o resultado da governação.
A)..." Portugal só usou 25 por cento das verbas de Bruxelas para os desempregados de sectores em crise. Perto de 75 por cento, ou seja, 2,4 milhões, foram devolvidos. A burocracia é a principal causa das perdas..." no entanto reclama-se a incapacidade da sociedade ao não se apresentarem propostas e projectos.
B)..." Este é o quarto ano consecutivo de subida em flecha do endividamento bancário da Estradas de Portugal. Em 2009, a dívida cresceu 598 milhões de euros. Em 2008, o agravamento tinha sido de 450 milhões de euros e em 2007 cresceu cerca de 400 milhões de euros..." mas como se não bastasse ainda proferem afirmações do tipo, mas podia ser bem pior se recebessem o valor do IVA reclamado (percebe-se, mas não se pode tolerar). A torto e direito em Português me entendo. Se um funcionário no sector privado por inépcia ou deleixo deixasse que A sucedesse, o resultado seria..., se um Gestor do sector privado não tivesse capacidade para criar ou utilizar todos os mecanismos ou ferramentas financeiras ao seu dispor para alíviar uma empresa de um resultado de actividade negativo por 4 (QUATRO) ANOS CONSECUTIVOS, certamente a sua função não seria extinguida mas de certeza absoluta que se recomendaria que o referido gestor fosse para o interior de País talvez criar ovelhas.
Em Portugal nada disto sucede, os contornos destas duas notícias são desesperantes, inaceitáveis, mesmo considerando tdos os factos que para isso contribuiram. Meus caros o estado é e será sempre o estado, este ou outro, e o cidadão neste País será, até um dia, a fonte inesgotável para pagar este estado.
O que mais me deixa angustiado é falta esperança que nos criaram em grande parte do que me rodeia, e que era para os meus pais a força de motivação. Os tempos mudaram também os que nos governam mudaram.
Viva Portugal
poden ir a conta bancaria DOS gestures com salarios milionarios esta la
o 1,6 mil milhões em falta
O verdadeiro drama, é o seguinte:
Portugal tem 10.000.000 de habitantes e 675.000 funcionários públicos;
O Reino Unido tem 60.000.000 habitantes e menos de 600.000 funcionários públicos.
Entretanto por cá, a iniciativa privada, vai definhando, nomeadamente a que está afecta à produção de bens transaccionáveis.
O observador vê as coisas como elas são. Refiro isto porque há sempre muita gente, voluntariosa, pronta a dar a sua colaboração com sugestões e conselhoes, bons ou maus, viáveis ou não, não interessa, mas todas essas pessoas não percebem que os governantes não estão minimamente interessados em qualquer coisa que não seja os seus bolsos (e o dos amigos).
Por isso, defaults, défices, crescimentos económico, desemprego, falência, etc. são apenas termos que os Ministros têm de cuspir cá para fora, mas que no seu íntimo não lhes dizem nada...
Querida Sandra, tudo o que vc estcreveu está certissimo, mas para ele o que importa é continuar a garantir os seus belos salários, as mordomias, as reformas douradas as benesses para os amigos e o povo esse está aí para pagar e quando não der que emigre e mande o dinheirinho. Depois o sr Presidente vai lá passar a mão nos emigrantes que ficam se babando orgulhosos. Para eles a solução é ir levando e quem sabe um milagre acontece e se não acontecer, tudo bem as fortuna deles já está garantida.
A culpa não é do ministro por ser mafioso criminoso
A culpa é dos portugueses analfabrutos que á 40 anos votam no xuxalismo porreirismo laxismo e no dexa anda currupto
Continuem a votar PS/PSD... continuem
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