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Falta de emprego entre professores excedentários gera polémica com o PS

Passos Coelho aconselhou professores excedentários a mudarem de profissão ou a procurarem trabalho fora.

Falta de emprego entre professores excedentários gera polémica com o PS

A desempregabilidade entre a classe dos professores não é nova, mas a polémica mantém-se sempre que um governante fala sobre o assunto: o que fazer com o cada vez maior número de professores desempregados que não encontram qualquer colocação quer no ensino público, quer no ensino privado?

Este fim-de-semana foi a vez de Pedro Passos Coelho entrar napolémica depois de ter respondido à seguinte pergunta do "Correio da Manhã": "Aconselharia os professores excedentários a abandonarem a sua zona de conforto e a procurarem trabalho lá fora?" O primeiro-ministro respondeu desta forma: "Angola mas não só, Brasil também, porque têm uma grande necessidade de mão-de-obra qualificada ao nível do ensino básico e secundário" e "sabemos que existem em Portugal muitos professores que não têm ocupação", porque "o próprio sistema privado não consegue ter oferta para todos". "Das duas uma: ou [estes professores] conseguem fazer formação e estão disponíveis para outras áreas ou, querendo manter-se sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado de língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa".

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