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A Delphi adimitiu hoje que vai tentar encontrar alternativas para manter 200 postos de trabalho.
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A fabricante norte-americana de componentes automóveis vai avançar com o despedimento de 300 funcionários até 31 de Dezembro, mas admite não concretizar as restantes 200 demissões previstas.
A reunião entre a administração da Delphi da Guarda e os sindicatos terminou há cerca de uma hora e as notícias não são as mais animadoras. A fabricante norte-americana vai mesmo avançar com o despedimento colectivo de 300 pessoas até ao final do ano, mas promete tentar encontrar alternativas para os restantes 200.
"A empresa garantiu-nos que durante o primeiro trimestre de 2010 vai tentar encontrar alternativas, mas tudo irá depender da recuperação do sector automóvel", disse ao Económico Adelino Nunes, dirigente do sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas.
A administração da multinacional norte-americana Delphi anunciou no final de 2008 que mantinha o processo de despedimento colectivo na fábrica de Ponte de Sôr e que este iria decorrer até ao final do primeiro semestre de 2009.
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Comentários (7)
Bela política a do engenheiro. Para resolver este problema, será que o homem vai fazer mais uma auto-estrada para Ponte de Sôr ou será um aeroporto?
Òh Zé, não é uma questão de brincar com as pessoas, afinal quando fazem greve é a brincar com quem? Ah ! tu dizes que é um direito dos operários fazer greve, muito bem, e demitir não é um direito do dono? Além do mais, o operário quando vai pedir emprego tem algum compromisso para ficar na empresa pelo resto da vida? Não, ele sai quando entender se lhe convier. E por que a empresa tem que ter esse compromisso? Está na hora de começar a pensar que o trabalho tem que entrar numa nova era, as coisas não são mais como eram e o mundo sempre está em mudança, e o trabalho tem que acompanhar os novos tempos ou estará fadado a cada vez ser mais dispensável. As tecnologias estão aí para substituir as pessoas em muitos postos de trabalho, e quem não valorizar o seu emprego, fica mais vulnerável a despedimentos, sempre terá alguém de olho no emprego que julgava não prestar. É UM AVISO.
Mas a notícia refere-se a Ponte de Sor ou à Guarda? É a segunda vez, pelo menos, que misturam estas cidades. Há poucos dias era "despedimentos em Ponte de Sor, na Guarda", como se Ponte de Sor pertencesse à Guarda. Hoje iniciam uma notícia sobre a Guarda que termina a falar em Ponte de Sor. É verdade o último parágrafo mas não há ligação lógica com o restante texto. Pelo menos algo como "O mesmo impasse se mantém em Ponte de Sor...". São jornalistas caramba
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