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A moeda única europeia regista o maior avanço num mês, desde o final de Junho, impulsionada pelos dados do emprego nos EUA.
O euro subia 1,71% até aos 1,2388 dólares, a maior subida desde 29 de Junho, quando chegou a valorizar mais de 2% durante o dia.
Na base deste avanço está um relatório que mostrou que as empresas norte-americanas criaram mais empregos do que o previsto em Julho, o que está a aumentar o apetite dos investidores por activos mais arriscados. Os dados do Departamento do Trabalho norte-americano mostraram que as empresas do país criaram 163 mil empregos em Julho, quando os economistas antecipavam apenas mais 100 mil postos de trabalho.
Também a animar a moeda única está o facto de vários membros do governo da chanceler alemã Angela Merkel terem sinalizado que não se vão opor ao plano do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, para comprar dívida pública com o objectivo de travar a crise da dívida europeia.
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