Mais Lidas
Comunidade
- Grécia: milagres demoram mais tempo 07:58
- Bruxelas mais pessimista sobre economia portuguesa 07:56
- Alegre acusa pessoas ligadas ao Governo de explorar infelicidades de Cavaco 07:45
- Relvas: não há tolerância de ponto no Carnaval de 2013 07:37
- Portugal já deve 9,7 mil milhões à ‘troika’ só em juros 07:12
O primeiro-ministro grego está aliviado com o plano para reduzir a dívida da Grécia e as novas verbas atribuídas ao país.
O primeiro-ministro grego, George Papandreou, disse hoje em Bruxelas que a "Grécia poderia ter colapsado" se não se chegasse a um acordo com os credores privados no sentido de reduzir a dívida até 120% do PIB, até 2020.
"Este é um novo dia para a Grécia, esperemos que também seja um novo dia para a Europa e que o pior já tenha passado" disse Papandreou em conferência de imprensa no final da Cimeira Europeia, hoje, em Bruxelas.
O novo plano prevê que a banca aceite perdas de 50% nos investimentos na dívida soberana grega, medida que os negociadores da banca, o Instituto Financeiro Internacional (IFI), que representa as instituições, vai ter agora de fazer cumprir pelos bancos individuais.
O IFI já saudou hoje o acordo e diz-se "pronto a trabalhar" com Atenas. "Em nome do sector privado, o IFI está de acordo para trabalhar com a Grécia, com as autoridades da zona euro e com o FMI para desenvolver um acordo voluntário e concreto com a base firma de uma redução de 50% da dívida soberana grega", disse em comunicado Charles Dallara, director do IFI.
O presidente do Conselho Europeu, Van Rompuy, anunciou também, em conferência de imprensa, que a zona euro e o Fundo Monetário Internacional - que têm vindo a auxiliar o país desde Maio de 2010 - vão atribuir a Atenas mais 100 mil milhões de euros, um pouco abaixo dos 110 mil milhões que os 17 Estados da zona euro tinham acordado na cimeira de Julho.
Notícias da mesma categoria
Comentários (18)
Publicidade
Acções do PSI 20





