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O presidente da Estradas de Portugal (EP) afirmou hoje não haver irregularidades nas concessões do Douro Interior e da auto-estrada Transmontana que foram chumbadas pelo Tribunal de Contas.
"Não está em causa nenhuma das decisões tomadas [pelas Estradas de Portugal], o que há é uma interpretação jurídica [pelo Tribunal de Contas] que fundamenta as decisões, de que nós discordamos", disse Almerindo Marques.
Almerindo Marques confirmou ainda, em conferência de imprensa, que a EP vai recorrer da decisão.
As declarações do presidente da EP surgem depois de ontem ter sido conhecido que o Tribunal de Contas (TC) chumbou o visto às concessões rodoviárias da Douro Interior e da Auto-estrada Transmontana.
O órgão dirigido por Guilherme d'Oliveira Martins só voltará a apreciar estas PPP - Parcerias Público-Privadas se os contratos firmados entre a Estradas de Portugal e a Soares da Costa e a Mota-Engil forem alterados.
A decisão do TC será, no entanto, alvo de recurso por parte da Estradas de Portugal, o que poderá evitar a paragem das obras.
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Comentários (2)
Claro quer não há irregularidades, por isso mesmo é que foram chumbados, por não terem irregularidades, é tudo bons rapazes e todos muito sérios.
O tribunal de contas afinal para que serve? Os gestores é que sabem tudo dizem que não há irregulizades portanto siga a dança.
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