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A suspensão da Barragem do Alvito não compromete a concretização do projecto, nem do restante plano de investimentos hidroeléctrico da EDP.
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O projecto, orçado em 360 milhões de euros, vai ser reanalisado do ponto de vista técnico.
A EDP vai suspender, por três anos, a construção da barragem do Alvito, uma central avaliada em 360 milhões de euros e que foi adquirida ao abrigo do Plano Nacional de Barragens, lançado pelo Governo de José Sócrates.
O objectivo é, segundo fonte oficial da empresa, "rever o projecto da barragem do Alvito, de modo a encontrar soluções de optimização". "Em causa está o estudo de várias alternativas técnicas, designadamente a bombagem a partir do Tejo. Um processo que deverá demorar três anos."
Este projecto, cuja conclusão estava programada para 2016, deveria arrancar este ano e criar quatro mil empregos directos e indirectos. "Esta decisão não compromete a concretização deste projecto, bem como do restante plano de investimentos hidroeléctrico. A EDP está a concluir dois reforços de potência (Bemposta e Picote) e tem seis em construção: Baixo Sabor, Ribeiradio, Foz Tua, Alqueva, Salamonde e Venda Nova. No total, representam investimentos próximos de dois mil milhões de euros e cerca de quatro mil postos de trabalho directos. Fridão deverá arrancar em 2012", esclarece a empresa.
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