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A China Power International (CPI) poderá entrar no capital da EDP com uma posição entre 2 e 5%, avançou um administrador da eléctrica.
No fim-de-semana passado, a EDP e a CPI firmaram um acordo para uma eventual parceria na Companhia de Electricidade de Macau (CEM) e aproveitamento de novas oportunidades de negócio. Este acordo foi assinado no âmbito da visita do presidente da China, Hu Jiantao, a Portugal.
A empresa chinesa tinha avançado inicialmente que pretendia adquirir no mercado uma posição superior a 2%, tal como tinha antecipado o Diário Económico. Agora a eléctrica já admite que a participação poderá ir até 5% do capital.
"A entrada será entre os 2 e os 5%. Mais que 5% também não será muito razoável o investimento, porque os estatutos permitem um direito de voto de 5%, explicou o administrador João Manso Neto, citado pela Reuters.
"Caberá aos accionistas decidir (se a CPI fará parte do Conselho de Supervisão) mas, se a entrada se concretizar, é natural que isso aconteça", acrescentou.
As acções da EDP estavam hoje a cair 0,86% para 2,54 euros.
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