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“É cedo para dizer” se a quebra do desemprego chega em breve

Secretário de Estado do Emprego admite baixa percentagem de subsidiados.

“É cedo para dizer” se a quebra do desemprego chega em breve

O secretário de Estado do Emprego afirmou ontem que "é cedo para dizer" se as medidas do Executivo terão impacto suficiente para inverter a tendência do desemprego nos próximos meses, afirmando que a economia portuguesa depende de vários factores, muitos dos quais "não controla de forma directa".

Falando no final de uma reunião de concertação social, Pedro Martins salientou que está ser lançado "um conjunto bastante alargado de reformas de cariz estrutural" que, admitiu o governante, "são medidas essencialmente de médio e longo prazo". Por isso, o Governo também tem avançado com medidas conjunturais, disse.

Aqui, o governante deu o exemplo de políticas activas de emprego, precisamente as que a UGT tem vindo a reivindicar, apontando atrasos no cumprimento do acordo tripartido. De acordo com Pedro Martins, têm sido desenvolvidos programas, "alguns já em execução, outros em fase final", para "dar estímulos adicionais a empresas".

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