A situação financeira dos estaleiros de Viana de Castelo é a demonstração do fracasso da diplomacia económica com ditadores como Chavez.
A visita aos estaleiros com pompa e circunstância, com o seu "amigo José Socrátes", foi uma acção de propaganda, nada mais. Além disso, o investimento diplomático em ditadores é uma má política. Como se vê com a situação de Khadhafi e com o isolamento cada vez maior de Chavez na América do Sul, os seus regimes são muito vulneráveis. No fim de tudo, o que ficou foi o aproveitamento de Caracas e de Tripoli para ganharem alguma credibilidade, através de uma aproximação a um Estado membro da União Europeia. É verdade que outros países europeus tiveram comportamentos semelhantes, mas isso não legitima a política portuguesa. Esperemos que se tenha aprendido a lição.
E há diferenças substanciais entre estes dois tiranos e o regime de Luanda. Angola saiu de uma longa guerra civil e a democracia não se constrói de um dia para o outro. Há problemas em Angola, mas o país está no caminho do desenvolvimento e das reformas. O regime de Tripoli nunca procurou fazer qualquer tipo de reforma. Pelo contrário, apenas endureceu a tirania. E Chavez apenas caminhou numa direcção: mais autoritarismo. A diferença entre um País no mau caminho, como a Venezuela, e um País no bom caminho, como Angola, é enorme. Com o primeiro deve reduzir-se o relacionamento diplomático ao mínimo necessário. Com o segundo, deve reforçar-se a aproximação política e económica.
2. A possível declaração unilateral da independência da Palestina em Setembro constituirá um desafio para as diplomacias europeias e norte-americana. A Europa e os Estados Unidos devem fazer tudo o que for possível para evitar divisões. Na Europa, a Alemanha, com uma tradição de equilíbrio político em relação ao conflito entre Israel e os palestinianos, desempenhará um papel central. Está neste momento a procurar encontrar uma posição que junte os europeus, e está a fazê-lo em colaboração com os Estados Unidos. Espera-se que a iniciativa alemã prevaleça. Portugal tem todo o interesse em apoiar os esforços diplomáticos de Berlim. Deve, por exemplo, utilizar as boas relações com países árabes moderados, como Marrocos e mesmo a Tunísia, de uma forma construtiva.
Portugal deve resistir não só à ilusão que poderia ser uma "ponte" entre o Ocidente e os regimes árabes e islâmicos mais radicais, como à tentação de criticar Israel para ter o apoio de muitos. Há valores mais importantes do que contas diplomáticas. Portugal deve seguir dois princípios em relação ao "grande Médio Oriente". Em primeiro lugar, concertar os seus interesses com os dos seus principais aliados, como os Estados Unidos e a Alemanha. Em segundo lugar, deve apostar no apoio à consolidação das reformas políticas no Norte de África.
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João Marques de Almeida, Professor universitário
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eva26/05/2010Ante k g re 8ea pou 8a mas peis oti dn exeis k trelo feeling(to ggilako monaxa s eleipe)!! twra p perasame ston teliko k eides k tis antidraseis twn eurwpaiwn ti exeis n peis? kriftikes?? Elpizw paidia na min dinete simasia stis mlkies p leei, kai perusi an dn htan o rouvas, k elege to this is our night allos trago0disths ta idia 8a elege alla dn i8ele me to saki.. gia proswpiko0s logo0s..xaxaxaxaxaxxaxaxaxaxaxa!!!!!!!!!!
1 nas jureis nem pelo ceu, nem pela terra, nem por laeusrjem .o Juramento em nome de Deus nao deve ser feito, doutrina Neotestamentaria.