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Dias Loureiro, ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), está hoje a prestar declarações na comissão de inquérito ao caso BPN.
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O actual conselheiro de estado afastou qualquer “interesse pessoal ou especial” na realização do negócio da SLN em Porto Rico e diz que se limitou a assinar documentos.
Questionado pelo deputado Honório Novo, do Partido Comunista, sobre o seu eventual interesse "pessoal e especial" na dedicação ao negócio de Porto Rico, Dias Loureiro mantém o mesmo discurso.
O deputado confrontou o ex-ministro com anteriores declarações, onde garantia que não tinha um papel determinante na SLN, que não tinha margem de actuação dentro do grupo e ainda pelo facto de som posteriormente à concretização do negócio ter assumido o conselho de administração da SLN Novas Tecnologias.
"Não tinha nenhum pelouro naquela altura, pelo que podia participar onde me chamassem", justificou Dias Loureiro. Acrescentando: "Tudo o que o presidente do grupo [Oliveira Costa] me pediu, eu fiz".
Dias Loureiro, ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), está hoje a prestar declarações na comissão de inquérito ao caso BPN, cerca de três meses após a primeira audição.
Na comissão de inquérito, a 27de Janeiro, Dias Loureiro afirmou desconhecer o "Excellence Assets Fund", veículo que fez uma compra ruinosa, com prejuízos superiores a 30 milhões de euros, de duas empresas tecnológicas em Porto Rico.
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