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As previsões da Comissão Europeia apontam para uma taxa de desemprego em Espanha de 19% no próximo ano, a mais elevada da zona euro.
O desemprego em Espanha, que se situou nos 11,3% em 2008, deverá aumentar para 16,1% este ano e atingir os 18,7% em 2010, segundo as previsões hoje divulgadas por Bruxelas.
O Executivo comunitário, liderado por Durão Barroso, espera ainda que o Produto Interno Bruto (PIB) espanhol, que cresceu 1,2% no ano passado, se contraia em 2,0% em 2009 e 0,2% em 2010.
Já o défice orçamental de Espanha, que foi de 3,4% em 2008, deverá atingir os 6,2% este ano, recuando para os 5,7% em 2010, acrescenta o mesmo documento.
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Ainda falam de Portugal?? Não é só Portugal meus meninos...em vez de andarem a fazer greves ( que diga-se só serve em mtos casos para faltar ao emprego ) pelos direitos e pelos aumentos dos salários qndo mta gente nem trabalho tem, preocupem-se antes em trabalhar bem, potenciarem as capacidades da empresa e assegurarem que não será com o vosso contributo que a empresa vai à falência!
Com a quantidade de empresas que encerraram nos último ano, atirando malhares de trabalhadores para o desemprego e os milhares de protugueses que emigraram para encontrar emprego em Espanha, França, Suiça, Alemanha, Reiono Unido, todos somados deve ser um número que a todos nos deve deixar preocupados.
Além disso, não comparemos os montantes e a duranção dos subsídios de desemprego atribuídos naqueles países com os nossos. Basta lembrar que em Portugal existiam , em 2008, 2 milhões de pessoas a viver abixo do limiar de pobreza, ou seja, 20% da população.
Além disso, vivo bem com o mal dos outros, Sr. Ricardo, Porto!!!
Pior notícia não nos poderia ser dada. Digo-o porque vivo num conselho que vive de um sector económico que, em Portugal, já deu o que tinha a dar. Falo da construção civil, que emprega mais de 2/3 da população do meu e de a maioria dos concelhos, mais interiores do litoral português, e que é constituído por pequenas e medias empresas, para não dizer familiares. Sector esse que mantinha, até aos dias da chegada crise, toda a economia desses concelhos. Empresas estas que estavam ,até agora, ser sustentadas pela vizinha Espanha, e a proximidade permitia que os trabalhadores, mesmo pondo a sua vida em causa, viajassem todos os fim-de-semanas para sua casa, mantendo toda a sua vida económica cá no nosso País. Ora com a retracção do sector em Espanha, os mesmos trabalhadores, estão a optar por países mais distantes como França, Alemanha e Angola, evitando assim que continuem a fazer os seus gastos cá e vivendo, praticamente, no país que os acolhe! A questão é o que está a ser feito para inverter a situação e permitir que quem trabalha no sector possa de facto sobreviver? Nada! A promessa de grandes obras públicas e projectos megalómanos, vai ,ao contrário, piorar a situação. A divida publica aumenta para números que são um autêntico suicídio para as gerações futuras e o benefício vai de imediato para os países exportadores da tecnologia empregue nesses projectos. Também as grandes empresas de construção civil, aquelas que todos sabem empregarem na sua maioria imigrantes, oriundos de países africanos e da Europa de leste, (e não me venham cá acusar de xenofobia, é um facto!), deixando de lado todas as milhares de pequenas empresas que de facto alimentam a nossa economia real, saiem aqui mais uma vez a ganhar, com as suas parcerias público privadas. Não posso deixar de lembrar, aqui, que Portugal é o pais da Europa que mais parcerias destas tem, e de facto, basta lembrar que quem passa por um cargo de político de relevo, tem garantido o seu lugar no Bolo, veja-se quem anda aos comandos das maiores construtoras deste País. Assim mesmo com uma taxa de desemprego assustadoramente alta, Espanha, está sem qualquer margem de dúvida mais bem posicionada para enfrentar esta crise.
Isto só mostra de que foi feito o crescimento explosivo da Espanha ao longo dos últimos anos. Foi uma economia baseada na especulação mobiliária. Uma lição para nós. A nossa economia deve basear-se na inovação, na ciência, na arte, na eficiência energética. Claro que não será assim. Península Ibérica perdida. Isto só mostra a incapacidade dos socialistas lidarem com a economia. Os socialistas (pelo menos os espanhóis) só servem para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Mais nada. Uma lição para nós. As eleições são para o ano...