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Iniciativa

Desempregados vão ter empréstimos do Estado para criar negócios próprios

Margarida Peixoto e Cristina Oliveira Silva  
21/08/09 00:05

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1 leitores

O ministro Vieira da Silva apresenta mais uma medida de apoio aos desempregados, que já são mais de 500 mil.

Os desempregados que queiram criar o seu próprio emprego vão poder beneficiar de um apoio do Estado que lhes permitirá aceder a um empréstimo sem pagar prestações no primeiro ano, apurou o Diário Económico junto do ministério de Vieira da Silva. Esta medida, que entra em vigor a 15 de Setembro, é a última do conjunto de iniciativas de combate à crise anunciadas pelo Governo já no final do ano passado.

Em causa estão duas linhas de crédito - a Microinvest, no valor de 15 milhões de euros, e a Invest+, com um montante de 85 milhões. A ideia é permitir que desempregados, jovens à procura do primeiro emprego e trabalhadores independentes com baixos rendimentos tenham acesso a empréstimos bancários de forma mais facilitada e com bonificações.

O Governo espera criar mil empresas e mil postos de trabalho com a Microinvest e mais 1.700 empresas e 3.400 postos de trabalho com a Invest+. Um número que não deixa de ser pequeno face ao universo de quase 500 mil desempregados registados em Julho nos centros de emprego.





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Comentários (43)

paulo , vila verde braga | 06/06/11 22:51
se quem pretenter iniciar seu negocio e contar com ajuda do estado,que espere sentado...
o estado esta na banca rota e isso se ve,no tempo que se espera para obter a tal ajuda.....



Sra. Christine Shery Garrett , England U.K | 19/05/11 03:15
Atenção por favor,

Meu nome é Sra. Christine Shery Garrett Do Canadá, um x-scam vítima e como eu voltar aos meus pés e ser proprietário de um negócio pessoal com carros e pousou propriedades .... Isto é para anunciar ao público em geral sobre uma linha de credor legítimo.

AQUI É A MINHA HISTÓRIA DE SUCESSO:

Eu estava em uma pesquisa crítica de uma empresa genuinamente empréstimo empréstimos se eu posso obter um empréstimo de $ 180.000,00 USD algum credor que veio para mim i ovelhas não sabem que quando a fraude até que me foi dada as condições do seu empréstimo e eu concordei, eventualmente, eu estava scammed eles enganado me do meu dinheiro arduamente ganham até quatro credor que scammed me a soma de R $ 27.000,00 e achei que tudo está mais que nunca pode ser qualquer outro credor verdadeiro até que meu marido é amigo do Sr. Garrett Lugard o gerente geral da Cotsat e da empresa cotsat me disse que existe uma verdadeira credor que obteve um empréstimo de 1,5 milhões de dólares à taxa de juros de 2% de que faz ele próprio uma empresa privada e uma casa própria, ele me encaminhou para uma empresa chamada Reliance Fundo Plc , E-mail: reliancetrustfund1@gmail.com
Onde obteve o empréstimo de (1,5 milhões de dólares) eu disse a eles como me encaminhou para eles eu pediu um empréstimo de $ 180.000,00 USD, após o meu pedido e enviei-lhes a informação útil para eles a processar o meu empréstimo após 48 horas eu recebi uma notificação De sua empresa que o meu empréstimo foi aprovado e transformado em 48 horas seguinte, meu empréstimo de US $ 180.000,00 dólares foram transferidos para minha conta. E eu prometer-lhes por terem vindo em meu socorro eu vou spreed a boa notícia para todo o mundo CONFIANÇA CONFIANÇA PLC FUNDO É O MELHOR DO MUNDO.

E dizer-lhes que a Sra. Christine Shery Garrett você se refere a eles e desejo será atendido ...


paulo , maia | 17/09/10 21:41
EU ATE ACHAVA BEM ERA O GOVERNO AJUDAR A ABRIR O NEGOÇIO SEM PAGAR NADA E TIRAR AOS DO RENDIMENTO MINIMO QUE NUNCA TRABALHARAO NA VIDA E TEEM TUDO O QUE QUEREM


WANDERLEI R. QUEIROZ JR. , RIO DE JANEIRO-RJ | 12/08/10 10:24
..boas.. gostaria de obter informaçoes de como obter um emprestimo de pequena monta para desempregados, ou sem comprovaçao de renda e consultas ao spc e serasa. necessito desta informaçoa o mais breve possivel. caso possam auxiliar, enviem mensagem para> qu.ando65@hotmail.com ou wrq.junior@bol.com.br obs. tenho necessidade desta informação o mais urgente possivel. aguardo possivel retorno. obrigado!! Wanderlei


ricardo , | 09/08/10 10:20
ter roupa lavada e tudo feito fala por ti e abrir um negocio e puxar pela imaginacao e por responsabilidades nos ombros dos mais novos que sempre tiveram tudo de mao beijada


silvia, santarem | 13/03/10 01:22
gostava de abrir um negocio de texteis e vestuario gostaria de saber o que tenho de fazer para pedir o imprestimo do estado?



elisa costa gomes, barroselas(v.Castelo) | 01/09/09 14:07
SOLICITO INFORMAÇÃO A QUEM RECORRER SE É Á BANCA, SE É MINISTERIO ECONOMIA ETC ETC.


REINALDO, BRAGA | 25/08/09 13:38
O total de apoios a juros reduzidos é de 100 milhões de euros, para desempregados e jovens à procura do 1º emprego, etc... . Quando li a notícia (por alto) pensei logo que seria por actividade, agricultura, artesanato, turismo, industria, comércio, etc, etc. 100 milhões de euros não deve dar para um terço dos que já têm projectos metidos e há meses que aguardam uma resposta. Acho que é demagogia barata e do mais "rasca" que temos, porque os projectos em Portugal, antes de chegarem aos requerentes dão dinheiro (trabalho) a muita gente é a chamada borucracia. Mas se não fizessem nada acho que seria muito pior.


carlos, funchal | 24/08/09 09:46
o que se nota é que os portugueses habituaram-se, sobretudo os mais jovens a terem roupa lavada e cama pronta. por favor usem a vossa imaginação, sejam positivos.


manuel ferreira, Peso da Régua | 21/08/09 17:10
Este problema era resolvido há um ano atrás quando estava no príncipio, mas só que agira é tudo simples, mas depois vem as mazelas, só que ninguém sabe explicar nada de nada, metem os pés pelos braços e mãos pelo pés, etc, enfim anda tudo com desespero na boca, significa que vão perder o emprego e que lhes vai faltar as viagens para andarem a passear, as férias para o estrangeiro, e se calhar como tem acontecido as vergonhas dos Bancos Friport onde o dinheiro anda a ser depositado nas contas dos governantes e assistentes deles, assim Portugal nunca mais vai ser aquilo que era.
Só vejo aldrabões, cobaias, e ladrões, que não querem saber nada do país, principalmente para o norte transmontano, também não o conhecem, só vem para roubar quem trabalha, porque país está está dividido em quatro partes.


jota agá, lisboa | 21/08/09 16:13
Fazer novos e pequenos empresários com linhas de crédito governamentais destinados a um mundo cada vez mais competitivo, onde os grandes grupos empresariais devido à facilidade que de há muito os tornou donos dos mercados, constitui uma grande pedrada no charco, uma vez que hoje a saturação dos ditos mercados se encontra (devido a inumeros factores) num verdadeiro abismo, sendo raros os sectores da actividade económica (comercial, industrial e serviços) com espaço para que novos investidores se possam expôr a riscos de natureza tão elevada. Para isso basta conhecer minimamente, o pequeno comércio/indústria e tirar as verdadeiras conclusões,
sendo visíveis nos dias de hoje milhares de casos de insucesso gritante e confrangedor que devido a uma competitividade desenfreada que por vezes
aposta no financiamento de investimento para pura e simplesmente matar investimentos próprios, resultantes de trabalho, suor e lágrimas!
Hoje, dia a pós dia pequenas casas comerciais ou industriais fecham as suas portas!-Porquê?-É simples, os grandes grupos têm toda a liberdade de abrirem
onde e como querem! Porque deixou de haver urbanismo comercial ou industrial e passou a ser obrigatório, neste mundo cão, o lema de cada um poder salvar-se como quizer, ( mas como tal veleidade é pertença dos poderosos) torna os pequenos investidores em frágeis presas de um sistema que não dá as minimas garantias de uma saída airosa a quem eventualmente passe do infortúnio do desemprego para um obscuro meio comercial/industrial que num curto prazo pode lançar muitas e boas pessoas num mundo de desespero, de maior pobreza e de um incomensurável sufoco. Porque a ideia de tudo dar para todos. é hoje uma miragem do passado bem recente que pertence aos tempos dos empresários médios e pequenos que tudo faziam para o desenvolvimento da economia nacional, encontrando-se hoge num verdadeiro beco sem saída, devido a apostas pouco lógicas, naqueles grupos que como polvos estendem os seus tentáculos e de uma forma usurária que destroiem tudo o que mexe e se situa na orla das mais permeáveis (pequenas/médias ) empresas!


Pedro, Lisboa | 21/08/09 15:01
Em virtude de subsidios e mais subsidios, emprestimos a quem nada quer saber nem se preocupa em pagar, vou encerrar a empresa e juntar-me ao grupo do rendimento mínimo.
É o que está a dar: Fazer o mínimo possivel e sacar o mais possível do estado.


Leandro, Santarém | 21/08/09 13:10
É uma excelente medida, uma vez que ainda hoje a Citygroup previu o regresso da crise dos créditos. E porquê? Porque os bancos não estão a emprestar dinheiro, pura e simplesmente!

Com esta medida, o governo garante que quem tem um projecto ou uma ideia, conhecimentos e know how mas que ficou desemprecado ou o simples desejo de se estabelecer por conta própria, que consegue o crédito pretendido. Mais, dá o primeiro ano de "carência" que não o é, uma vez que é o governo que assume o pagamento do crédito nesse período, logo existe uma % de "fundo perdido".

Outra vantagem é que as prestações aumentam gradualmente com o passar dos anos, ou seja, no primeiro ano não pagam, começando so a pagar no segundo, e a prestação vai aumentando gradualmente, à medida que o negócio se vai estabilizando.

Ou seja, sim, se forem pedir o crédito para trocar de carro, provavelmente acabam mais endividados, mas se o objectivo for realmente desenvolver uma actividade económica pode muito bem vir a ser um importante incentivo para os beneficiários destas linhas de crédito, que de outra forma, não conseguiriam lá chegar.

Quebra o efeito "pescadinha de rabo na boca". A pessoa está desempregada, não tem rendimentos, não consegue crédito, não monta negócio, não cria emprego nem gera riqueza, continua desempregada e por aí adiante.

Demagogia é olharmos para estas medidas com a nossa carteira e medirmos os outros todos pela nossa bitola. Para minha mãe, desempregada de longa duração com 55 anos, que não evoluiu num pequeno negócio que tinha por não cumprir com exigências da ASAE e por falta de capital para poder investir no mesmo, pode muito bem vir a ser a resposta, para dar um pequeno exemplo.


jose, | 21/08/09 12:24
Oh sr. Luís Ribeiro, essa dos desempregados poderem constituir negócios...mas em que área, pergunto? na produção leiteira, na produção de batatas, no comércio de roupa, nos negócios imobiliários? Então não sabemos todos que esta é uma crise de fartura, de excessos e que não há lugar para mais nenhum negócio de produção directa, de comércio ou de prestaçãos de serviços?


zézé, | 21/08/09 12:10
Tratam os empresários como se fossem criminosos e agora querem criar mais !

Continuo a dizer temos um ministro das finanças burro ! Nesta altura a vangluriar-se do resgate fiscal. Enterrou as empresas todas ! só um doido cria hojeuma empresa ! Para ficarcheio de dívidas e sem o património que já tem ?
Bem ! Só se a ideia é mesmo ficar com os ossos da rapaziada... nem em Cuba se pensa assim !


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