A Delphi adimitiu hoje que vai tentar encontrar alternativas para manter 200 postos de trabalho.
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A fabricante norte-americana de componentes automóveis vai avançar com o despedimento de 300 funcionários até 31 de Dezembro, mas admite não concretizar as restantes 200 demissões previstas.
A reunião entre a administração da Delphi da Guarda e os sindicatos terminou há cerca de uma hora e as notícias não são as mais animadoras. A fabricante norte-americana vai mesmo avançar com o despedimento colectivo de 300 pessoas até ao final do ano, mas promete tentar encontrar alternativas para os restantes 200.
"A empresa garantiu-nos que durante o primeiro trimestre de 2010 vai tentar encontrar alternativas, mas tudo irá depender da recuperação do sector automóvel", disse ao Económico Adelino Nunes, dirigente do sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas.
A administração da multinacional norte-americana Delphi anunciou no final de 2008 que mantinha o processo de despedimento colectivo na fábrica de Ponte de Sôr e que este iria decorrer até ao final do primeiro semestre de 2009.
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Mas a notícia refere-se a Ponte de Sor ou à Guarda? É a segunda vez, pelo menos, que misturam estas cidades. Há poucos dias era "despedimentos em Ponte de Sor, na Guarda", como se Ponte de Sor pertencesse à Guarda. Hoje iniciam uma notícia sobre a Guarda que termina a falar em Ponte de Sor. É verdade o último parágrafo mas não há ligação lógica com o restante texto. Pelo menos algo como "O mesmo impasse se mantém em Ponte de Sor...". São jornalistas caramba
Estamos na situação em que se encontrava Portugal antes do 25 de Abril de 1974. Todos podem ser despididos quando bem apetecer aos patrões, Sem nada pagarem. Possivelmente esta empresa ainda recibeu milhões de euros do estado Português para laborar no nosso País. Quando è que estas situações deixam de existir no país?
Realmente, assim se brinca com a vida de pesoas.
A juntar os milhares que foram despedidos pela Delphi em Portugal, no Seixal, Carnaxide, Linhó, Castelo Branco. A Delphi recebeu terrenos, e milhoes nos anos 90 e agora com a maior das calmas vai despedindo mais e sem contrapartidas.
Òh Zé, não é uma questão de brincar com as pessoas, afinal quando fazem greve é a brincar com quem? Ah ! tu dizes que é um direito dos operários fazer greve, muito bem, e demitir não é um direito do dono? Além do mais, o operário quando vai pedir emprego tem algum compromisso para ficar na empresa pelo resto da vida? Não, ele sai quando entender se lhe convier. E por que a empresa tem que ter esse compromisso? Está na hora de começar a pensar que o trabalho tem que entrar numa nova era, as coisas não são mais como eram e o mundo sempre está em mudança, e o trabalho tem que acompanhar os novos tempos ou estará fadado a cada vez ser mais dispensável. As tecnologias estão aí para substituir as pessoas em muitos postos de trabalho, e quem não valorizar o seu emprego, fica mais vulnerável a despedimentos, sempre terá alguém de olho no emprego que julgava não prestar. É UM AVISO.
Bela política a do engenheiro. Para resolver este problema, será que o homem vai fazer mais uma auto-estrada para Ponte de Sôr ou será um aeroporto?
A Jaguar vai fachar porque, como alguns milhares de empresas, não devia ter aberto por não serem viáveis á nascença.Serviram, apenas, para tirar os pessoas dos compos onde podiam produzir tudo. Agora ficam de boca aberta á espera ue o estado lhes dê, o quê ? Os impostos que eu pago e tu, por trabalhar? Com é que o Estado pode viabilizar uma empresa para continuar a fabricar coisas que ninguém compra. Como aconteceu c/ o sector automóvel. O Estado deu milhares de viaturas a organizações que as estão a utilizar mal, só para justificar que a atitude que tomou em viabilizar o sector, foi certa? Da minha parte Só desejo que as pessoas entendidas nestes assuntos se debrucem sobre eles com honestidade. Respeitosos cumprimentos....