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Secretário de Estado defende que a medida não foi tomada por razões financeiras.
O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, defendeu ontem que é por uma questão de "justiça social" e não por razões de ordem financeira que as taxas moderadoras vão passar a ser cobradas a pessoas com rendimento acima do Salário Mínimo Nacional (485 euros) a partir de Janeiro. Já o socialista e fundador do Serviço Nacional de Saúde (SNS), António Arnaut considera que o Governo, com esta decisão, "ultrapassou as fronteiras da razoabilidade".
"A razão para esta alteração não é estritamente financeira, é de equidade e justiça social. É estarmos convencidos que não faz sentido manter esse benefício a pessoas que em função dos seus rendimentos ou património não precisam desse benefício do Estado", explicou Manuel Pizarro, em declarações à TSF.
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