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O acordo do Governo com a ‘troika' prevê um corte nas despesas com Saúde de 550 milhões de euros até 2013.
As medidas que constam do memorando de entendimento mais detalhado tem orientações para todos os sectores da Saúde.
Os hospitais vão ter de cortar nos custos operacionais e saldar as dívidas a fornecedores. Os médicos vão sofrer um corte de 10% nas horas extraordinárias até 2013 e passam a ser obrigados a prescrever medicamentos e exames médicos electronicamente.
Na área dos medicamentos, as margens de lucro das farmácias e grossistas vão ser revistas e vai ser incentivada a prescrição de genéricos.
No que toca aos utentes, as taxas moderadoras vão mesmo aumentar, sobretudo nas urgências hospitalares, e vão existir menos isenções.
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